Um rebuçado para quem adivinhar de quem é o quadro.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Para...
Um rebuçado para quem adivinhar de quem é o quadro.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Vocês não acreditam...
Mas o Farrusco sabe tirar fotocópias, carrega no botão e fica a vê-las sair!! Eufórico!!
Depois vem a dona que se zanga com ele, (mas só quando ele põe a pata nas folhas e as rasga), Sendo que ele não faz a coisa por menos, (passo a descrever) :
Desliga a fotocopiadora (sim ele sabe qual é o botão) e senta-se em cima dela, como quem diz:
-"Eu? rasguei as folhas? Estava aqui sentadinho, não fiz nada, estás enganadíssima..."
E faz aqueles olhinhos iguais ao do Gato das botas do Shrek... que dá vontade de apertar...
Para quem não viu o filme... É mais ou menos assim que ele fica...
terça-feira, 22 de abril de 2008
Brinquedo novo... Fotos novas...
Já tinham saudades do Farrusco? Prima, queres que o leve para pregar uns sustos ao teus hóspedes roedores não convidados?
Chamas vivas duram pouco..
fazem parte da vida
mas por vezes não compensam
podem queimar coisas definitivamente...
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Amor em tempos de Cólera
O filme não é nada de extraordinário em termos de produção... mas a história... Gabriel Garcia Marquez... é um senhor...
E o Javier Bardem é extraordinário.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Comentando um post... nasceu uma partilha...
Quando apagamos a palavra expectativa, damos um novo sentido às palavras: sensação, emoção, palpitação, e até paixão...
Sim, deixemos de nos queixar pelo que não vivemos, mas pensemos no que vivemos com as pessoas que um tempo amámos... que nesse tempo foram as pessoas por quem largávamos tudo...
Se alguma vez na vida sentirmos isso por alguém já vai valer a pena ter vivido...
segunda-feira, 14 de abril de 2008
a pedido....
o que versa - " O leitor tem o direito de se esquecer do nome do autor do livro"
(mais uma vez a pedido... mas lembrando-se da mensagem)
se bem que esta parte vai contra o anterior, não posso concordar com esta parte.
sábado, 12 de abril de 2008
11º
O 11º - o que versa que "O leitor tem o direito de não se lembrar do que leu"
quinta-feira, 10 de abril de 2008
3 - O direito de não acabar um livro
1. o sentimento do "já lido",
2. uma história que não nos prende a atenção,
3. uma total desaprovação das teses do autor,
4. um estilo que nos eriça os cabelos,
5. ou pelo contrário uma ausência de qualidade que não justifica irmos mais além...
É inútil enumerarmos as outras 35995 razões, entre as quais se incluem uma carie dentária, as perseguições do nosso chefe de serviço ou um sismo do coração que nos petrifica a cabeça.
O livro cai-nos das mãos?
pois que caia.
Apesar de tudo, não é Montesquieu quem quer, nem todos conseguimos consolar-nos de um desgosto com uma hora e leitura.
No entanto, de entre as razões para abandonar uma leitura, há uma que merece um pouco de atenção: o vago sentimento de derrota. Abri, li, e de repente sinto-me submergido por qualquer coisa mais forte do que eu. Reuni os neurónios, lutei com o texto, mas não há nada a fazer, e se bem que tenha o sentimento de que o que está escrito merece ser lido, não percebo nada - ou quase nada - tenho uma sensação de "estranheza" que não me dá hipótese.
E abandono.
Ou melhor, pondo de lado. Arrumo o livro na estante com o vago projecto de a ele voltar um dia. O Petersburgo de Andrei Bielyi, Joyce e o seu Ulisses, Debaixo de um Vulcão de Malcon Lowry, esperam por mim vários anos. Há outros que ainda estão à minha espera, e desses provavelmente alguns continuarão para sempre à espera. Mas não é um drama, é assim mesmo. A noção "maturidade" é algo estranho em matéria de leitura. Que até certa idade não tenhamos idade para certas leituras, vá que não vá. Mas, ao contrário de alguns vinhos, os bons livros não envelhecem. Continuam à nossa espera nas estantes, e nós é que envelhecemos. Quando nos julgamos suficientemente "maduros" para os lermos, novamente nos dedicamos a eles. E então, das duas uma: ou há encontro feliz, ou um novo fiasco. Talvez voltemos a tentar, talvez não. Mas se até agora não consegui atingir o cimo da Montanha Mágica, certamente que a culpa não é de Thomas Mann.
O grande romance que nos resiste, não é necessariamente mais dificil do que qualquer outro do que qualquer outro... há entre ele - por maior que seja - e nós por mais aptos que estejamos a "compreendê-lo" - uma reacção química que não resulta. Um dia simpatizamos com a obra de Borges, que até ali nos tínhamos mantido à distância, mas mantemo-nos toda a vida afastados da obra de Musil...
Temos, então, uma opção: ou consideramos que a culpa é nossa, que nos "falta um parafuso", que temos uma falha qualquer, ou vasculhamos a noção tão controversa de gosto e procuramos traçar o mapa dos nossos.
É prudente recomendar aos nossos filhos esta segunda solução.
Tanto mais que pode proporcionar-nos um raro prazer: reler, compreendendo finalmente por que razão não gostamos. E ainda outro raro prazer: ouvir sem emoção o pedante de serviço bradar-nos aos ouvidos:
- Mas será possível que não goste de Stendhaaaaal?
É."
Reconciliações
" Para que haja esta reconciliação com a leitura, existe uma única condição: não pedir nada em troca. Absolutamente nada. Não erguer qualquer barreira de conhecimentos prévios em torno do livro; não colocar a mais ínfima questão; não os obrigar a fazer trabalhos de casa; não acrescentar uma palavra que seja às que foram lidas; não fazer juizos de valor, não dar explicações de vocabulário, nem fazer análises de textos, nem biografias... proibição absoluta de "falar acerca de "
Leitura-dádiva.
Ler e esperar.
Não se força a curiosidade, desperta-se.
Ler, ler e confiar nos olhos que se abrem, nas caras que se regozijam, na pergunta que vai nascer e que levará a outras.
Se o pedagogo que existe em mim se preocupa por " apresentar a obra no seu contexto" terá o pedagogo de ser persuadido a que, por agora, o único contexto que importa é o desta turma.
Os caminhos do conhecimento não terminam nesta turma: é aqui que devem começar!
Por agora, leio romances a um auditório que julga que não gosta de ler. Enquanto eu não dissipar esta ilusão, enquanto não fizer o meu trabalho intermédio, nada de sério se poderá ensinar. (...)"
terça-feira, 8 de abril de 2008
Formiguinha ou cúmplice da inércia
terça-feira, 1 de abril de 2008
Tu não te esforças...
Nervosismo, gritos, renúncias espectaculares, portas a bater, teimosia:
- Vamos recomeçar! Desde o principio, cada palavra deformada pela tremura dos lábios.
- Não faças fitas!
Mas com o seu desgosto, não pretendia enganar-nos. Era um desgosto autêntico, incontrolável, que exactamente nos dizia a mágoa de já nada conseguir controlar, de já não desempenhar qualquer papel na nossa satisfação, e que se alimentava muito mais na fonte da nossa inquietação do que nas manifestações da nossa impaciência.
Porque estávamos inquietos.
Uma inquietação que depressa nos levou a compará-lo a outras crianças da sua idade.
E ao falarmos com amigos cuja filha... não, não, na escola vai tudo bem, ele devora autenticamente os livros...
Estava ele a ficar surdo? ou talvez fosse disléxico. Iríamos nós defrontar-nos com uma "recusa escolar"? Iria ele acumular um atraso irrecuperável?
Consultamos vários especialistas: os audiogramas eram o que há de mais normal, os diagnósticos dos ortofonistas eram tranquilizadores, os psicologos estavam perfeitamente serenos.
Então?
Seria preguiçoso?
Estupidamente preguiçoso?
Não, muito simplesmente seguia o seu ritmo, que não é necessariamente igual ao dos outros, e que não é necessariamente o ritmo uniforme da vida, o ritmo de aprendiz de leitor, que tem acelerações e regressões bruscas, períodos de bulimia e longas sestas digestivas, sede de progredir e medo de decepcionar...
Acontece apenas que nós, os "pedagogos", somos usurários apressados. Como detentores do Saber, emprestamo-lo a juros. É preciso que renda. E rapidamente! Se isso não acontece, é de nós próprios que começamos a duvidar"
segunda-feira, 31 de março de 2008
O verbo ler não suporta o imperativo...
- Vai para o teu quarto e lê!
Resultado?
Nada.
Ele adormeceu sobre o livro. De súbito, a janela pareceu-lhe aberta de par em par, por onde ele se iria evadir, voar, para fugir ao livro. Mas era um sonho acordado: o livro continuava aberto diante dele. Se abrirmos uma nesga da porta, lá está ele, sentado à sua mesa, sabiamente ocupado a ler. Mesmo que tenhamos subido a escada pé ante pé, a superfície do seu sono avisou-o da nossa chegada.
- Então? Estás a gostar?
É claro que a resposta não vai ser negativa, seria um crime de lesa-majestade. O livro é algo sagrado, como é possível que haja quem não goste de ler? Não, ele dirá que as descrições são demasiado longas.
Tranquilizados, voltamos ao nosso posto diante da televisão. Pode até suceder que esta reflexão suscite um apaixonante diálogo entre nós...
- Ele acha que as descrições são demasiado longas. Temos de o compreender, estamos no século do audio-visual, evidentemente, os autores do séc. XIX tinham de descrever tudo...
-Mas isso não é razão para o deixarmos saltar metade das páginas!
...
sexta-feira, 28 de março de 2008
Enquanto...
Enquanto choro não seco...
enquanto vivo, não corro à procura do que é certo..."
"
quinta-feira, 27 de março de 2008
Pré-ocupar
Dentro de nós onde está a criança que se deslumbrava com o mundo?
Isabel Abecassis Empis
quarta-feira, 26 de março de 2008
Direitos do Leitor
2º O direito de saltar páginas
3º O direito de não acabar um livro
4º O direito de reler
5º O direito de ler não importa o quê
6º O direito de "amar" os heróis dos romances
7º O direito de ler não importa onde
8º O direito de saltar de livro em livro
9º O direito de ler em voz alta
10º O direito de não falar do que se leu
Daniel Pennac

É sobejamente conhecido o desgosto com que os pais preocupados com a formação dos filhos costumam registar a inapetência destes para a leitura. Daniel Pennac, romancista, professor e pai de família, descreve neste ensaio cheio de humor, todas as perplexidades que usualmente assaltam os diversos intervenientes neste processo de conflitos surdos, temores, bloqueios e teimosias.
Acima de tudo, conforme se sublinha no presente livro, a leitura tem de ser um prazer e os leitores de hoje devem usufruir de alguns direitos inalienáveis.
"Como Um Romance" é assim uma obra profundamente original, onde, de uma forma ao mesmo tempo divertida e muito séria, se aborda aquela que é porventura a questão central de que dependem o destino do livro e da cultura tal como a temos entendido tradicionalmente.
"Como Um Romance" liderou durante vários meses a lista dos livros mais vendidos em França e o seu impacto originou que se falasse mesmo do "fenómeno Pennac".
sexta-feira, 21 de março de 2008
Páscoa
"Sexta feira Santa um dia que.... "
CAPa – Centro de Artes Performativas do Algarve (Faro)
Sexta-feira, 11 de Abril, 21h30
Sábado, 12 de Abril, 21h30
Domingo, 13 de Abril, 16h00
Reservas
apeste.gt@gmail.com
914.428.661
289.828.784
Páscoa
Drama em três actos, de August Strindberg (1849-1912)
Uma família vive atormentada pelas consequências da fraude cometida pelo pai no colégio de órfãos de que era Director, pela qual foi condenado à prisão. Para além das grandes dificuldades financeiras em que ficou por causa das dívidas, também a honra e a imagem da família foi atingida, na pequena cidade de província onde vivem. Ao longo da história, o principal credor aproxima-se várias vezes da casa, provocando o grande temor dos seus moradores, receosos da sua exigência de execução da dívida. A acção desenrola-se nas vésperas do Domingo de Páscoa: quinta-feira santa (Acto I), sexta-feira santa (Acto II) e sábado de Aleluia (Acto III).
Ficha artística e técnica:
Encenação e Dramaturgia António Branco
Assistência de Encenação e Dramaturgia Rui Andrade
Elenco Ana Paleta, António Branco, Fúlvia Almeida, Márcio Guerra, Rui Andrade e Sónia Esteves
Produção A Peste - Associação de Pesquisa Teatral
Aconselhamento artístico Carlos Carvalheiro, José Mário Branco e Manuela de Freitas
terça-feira, 18 de março de 2008
O menino diz à menina...
Um mundo de tudo,..
com tudo...
Combóis dentro da gente...
com paragens de hora a hora
ou todos os minutos...
com estações...
apiadeiros...
Combóis de alta velocuidade...
expresso.....
correios......
"inter cidades".........
etc
tantas e tantas linhas...
que trazem......
que levam .....
que trazem
.....gente......
Que chocam.............
que riem..............
choram.......
abraçam...............
teimam!...
Querem,
desejam...
não querem mais......................
e, mais querem...
uns que pagam bilhete....
outros que não pagam.....
e viajam clandestinamente..................
..............em nós!"
segunda-feira, 17 de março de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
Obrigada
Obrigada a quem me tem ajudado a fazer isto... a despir a capa, a tirar o que é acessório, a mostrar o que é essencial, a ver o que realmente sou, e aprender a lidar com isso... E a poder dar aos outros o que tenho de melhor, e de verdadeiro. A essas mesmas pessoas peço desculpa por às vezes parecer tão lenta a aprender... Mas cá está, cada um tem o seu caminho, o ritmo, o seu percurso, a sua aprendizagem... E acima de tudo é preciso respeitar esse ritmo, também me ensinaram isso... :)
(Mas de vez enquanto percam mesmo a paciência, eh eh. Vale a pena!!!)
É de frente que se vive melhor!!! Obrigada a quem sabe o que estou a falar... não deixem de fazer isso a quem gostam. Percebi que o fazem porque gostam e acreditam que as pessoas podem sempre ser melhores.
É assim mesmo, não deixem de acreditar!!
E das cinzas renasce sempre uma plantinha mais robusta e saudável!!!
quinta-feira, 13 de março de 2008
Life cooler
Consultem se quiserem fazer algo novo e diferente sem ter de ir muito longe nem gastar muitos euros. Temos muita coisa boa por cá...
Pode ser sempre um mote para um momento romântico, ou para uma nova aventura, para um momento de descanso, de fuga à rotina... é só procurarem...
http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/index.asp
"Já estamos mais perto da luz" - O sol de novo brilhará
El horizonte se perfila oscuro, sin opción
dos cuerpos que antes fueron uno
rompen esa unión
Dejaron paso a la indiferencia y decepción
Ya sé que era parte
de un acuerdo efímero
Quiero ver el rojo del amanecer
un nuevo día brillará
se llevará la soledad
Quiero ser el rojo del amanecer
el sol de nuevo brillará
se llevará la soledad
que en mí se quiere instalar
Acuden a mi mente imágenes de ti, de mí
Son tan intensas y reales
que me hacen sufrir
No sé cómo consigo soportar la situación
de un juego con final previsto
entre tú y yo
Quiero ver el rojo del amanecer
un nuevo día brillará
se llevará la soledad
Quiero ser el rojo del amanecer
el sol de nuevo brillará
se llevará la soledad.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Whatever tomorrow brings... Incubus
Sometimes, I feel the fear of uncertainty stinging clear
And I can't help but ask myself how much I let the fear
Take the wheel and steer
It's driven me before
And it seems to have a vague, haunting mass appeal
But lately I'm beginning to find that I
Should be the one behind the wheel
Whatever tomorrow brings, I'll be there
With open arms and open eyes yeah
Whatever tomorrow brings, I'll be there
I'll be there
So if I decide to waiver my chance to be one of the hive
Will I choose water over wine and hold my own and drive?
It's driven me before
And it seems to be the way that everyone else gets around
But lately I'm beginning to find that
When I drive myself my light is found
Whatever tomorrow brings, I'll be there
With open arms and open eyes yeah
Whatever tomorrow brings, I'll be there
I'll be there
Would you choose the water over wine
Hold the wheel and drive
terça-feira, 11 de março de 2008
"Com um bocadinho de alegria o tempo passa mais depressa"
Smile even though it's breaking
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile through your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll see the sun come shining through for you
Light up your face with gladness
Hide every trace of sadness
Although a tear may be ever so near
That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile
If you just smile
That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile
Dança do ventre
A Dança do Ventre é uma dança do "Período Matriarcado", cujos movimentos revelam sensualidade, de modo que em sua forma primitiva era considerada um ritual sagrado. Sua origem data de 7000 anos atrás, relacionada aos cultos primitivos da Deusa-Mãe: provavelmente por este motivo, os homens eram excluídos de seu cerimonial.(Portinari, 1989).
Suas manifestações primitivas, cujos movimentos eram bem diferentes dos atualmente executados, tiveram passagem pelo Antigo Egito, Babilônia, Síria,Índia, Suméria, Pérsia, Grécia, tendo como objetivo através ritos religiosos, o preparo de mulheres para se tornarem mães (Penna, 1997)."
Hoje experimentei, foi interessante e super dificil, (pensava eu que era fácil, mas tenho muito que aprender). Agrada-me a perspectiva histórica desta dança, que remota a largos anos antes de Cristo, era uma veneração à deusa da fertilidade, o que fazia desta dança uma preparação para a maternidade, e um culto à fertilidade tanto da mulher como da terra. Para além do que é sem dúvida uma dança bastante sensual... é importante não nos esquecermos do que tem de bonito uma mulher, a sua sensualidade. Que me desculpem os homens, mas a sensualidade é uma coisa feminina, nos homens chama-se charme.
quinta-feira, 6 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
sábado, 1 de março de 2008
Nebulosas Planetárias
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Morre e Renasce todos os dias...
Como a Vida o Sol nasce e morre todos os dias... e renasce no dia seguinte... nós achamos que quando "morremos" por dentro é para sempre... mas não é... quando achamos que tudo morreu dentro de nós... algo nos mostra que não é verdade... Acontecem-nos coisas lindas como um sorriso tímido de uma criança dirigido para nós, uma corrida de uma criança para os nossos braços só para nos dizer bom dia professora já estava com saudades tuas, como uma pergunta de uma criança,
- "De que cor é o teu cabelo? É que estou a desenhar-te e não sei que cor usar? "
E lemos coisas como uma que li algures numa mensagem para o mundo, vinda de alguém que sabe que é especial...
É isso, só temos é de descobrir todos os dias formas diferentes de nos erguer... Quando uma não resulta, sem medo experimenta outra!!! E aprender a perdoar-nos pelos nossos erros...
A bola caiu? Apanha, linda, e joga de novo... Claro que és capaz... já sabes é que se jogares assim não consegues... tenta de outra forma...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Quando o que lemos nos preenche...
Quando uma pessoa fica paralisada, paralisa toda a gente. O ritmo do Universo fica quebrado. Se um dia a lua parasse na sua tragectória, provocaria uma catastrofe. Se um dia um dia as nuvens fizessem greve e parasse de chover, provocariam uma seca generalizada. A seca, a fome, a carestia * , a morte do género humano. A uma maior paralisia corresponde uma maior depressão, e a uma maior depressão, maiores calamidades.
(parte boa)
Às vezes uma pessoa parece estar paralisada, mas não está, está apenas a arrumar as coisas no seu interior, que finalmente se vão harmonizar com o Cosmos. "
"(...) E como não deixa ouvir a sua voz interior, não sabe qual é a acção que deve executar. A mensagem não lhe chega pois a sua mente não lhe permite a entrada. Mantém-na cheia de pensamentos negativos. É necessário que os deixe sair, porque estes distorcem a linha de comunicação."
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Impressionante!
E vejam o filme... ajuda a descentrar-nos e a deixar de viver em função do nosso umbigo... e apenas do nosso belprazer...
The Atonemet - A Expiação
São momentos... Achei que devia partilhar, pode alguém sentir o mesmo e ter vontade de desistir (amiga que me trouxe o filme, isto é para ti).
Todos temos momentos de falta de forças, de desacreditar, de falta de vontade, de desinteresse por tudo, mas queres saber? Eu acho que é preciso desarrumar a casa completamente para a voltar a arrumar, há quem faça isso mais vezes que outros... há quem seja mais arrumado, mas todos temos fraquezas e confusões. E estamos aqui uns para os outros. Acredita.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Flávia 7
Feliz aniversário atrasado...
Tanta coisa se passou num ano...
Depois de constatar a quantidade de emoções, aventuras, peripécias, choros, alegrias, gargalhadas, fúrias, desencontros, encontros, lembrei-me de sorrir, por pensar que ainda tenho muito mais para disfrutar...
Parabéns à Nuvem...
Maria do coração dividido
Triste e derrotado, o José decidiu partir para terras distantes porque não se atrevia a ir contra a decisão do tio.
Dirigiu-se ao cais e pediu trabalho num barco que fosse para bem longe.
Quando o barco estava prestes a largar, vieram avisá-lo que alguém o procurava. Era a Maria que não podendo viver sem ele, fugira da Quinta e o tinha seguido.
Partiram, casaram, tiveram 3 filhos e um dia, passados 5 anos, a Maria ao saber que o pai estava muito doente, quis visitá-lo.
De volta ao nosso país, dirigiram-se à Quinta. O José foi à frente temendo a reacção do tio Beltrão Juba de Leão e disse-lhe meio a medo, que a Maria estava no jardim.
- O que fez o tio Beltrão Juba de Leão quando soube que a Maria estava no jardim?
- Não acreditou!
"Impossível!" Rugiu o tio Beltrão na sua voz ainda temível, apesar da doença.
A Maria, desde que tu partiste, ficou de cama e nunca mais ouvimos a sua voz. Foi vista por todos os médicos, sábios e curandeiros mas ninguém lhe conseguiu arrancar uma palavra, um sorriso.
O José, sabendo que a Maria sempre estivera ao seu lado, insistiu para irem à janela. No jardim, junto à árvore de fogo onde nós subíamos em pequenos, lá estava a Maria com os 3 filhos, à espera de autorização para entrar e ir beijar a mão ao pai de quem tinha muitas saudades.
Então, para enorme espanto de ambos, vêem uma segunda Maria sair de casa em camisa de dormir, ao encontro da outra Maria que estava junto da árvore e fundir-se com ela num abraço para voltarem a ser apenas uma."
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Equilibrio
O problema é quando achamos que o equilíbrio é um dado adquirido! Esquecemo-nos da importância que ele tem... E por isso parece que alguma coisa nos faz perder o equilíbrio para nos relembrar a falta que ele nos faz...
É como ir para fora para darmos valor à nossa terrinha...
É como dormir fora de casa, e sentirmos falta da nossa caminha, mesmo com um colchão velhinho...
É como perder alguém que achamos que é "nosso" para sempre e percebermos a falta que essa pessoa nos faz...
É como quando temos uma unha encravada e nos apercebemos do papel fundamental que têm os nossos pés...
E é tão simples perdê-lo... é tão frágil... como um cristal de vidro... uma linha ténue... temos de o proteger... é o que nos liga à vida!
Priminho...
Desenho que o meu primo de 5 anos fez para explicar ao amigo como é que os dinossauros foram extintos da Terra.
Se eu tiver alguma dúvida já sei onde recorrer...
qual google qual quê...
www.doisfilhotes.blogspot.com
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Tempo
"Dá a ti próprio tempo de amar a tempo, de ajudar a tempo, de acreditar que o teu tempo é sempre um tempo que vai ajudar alguém a ter um tempo melhor."
Rio... vai para o mar...
António Aleixo
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Leiam este texto...
Encontrei na nuvem do meu primo...
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Biografia I - Modigliani
Amedeo Clemente Modigliani
Nascido na região da Toscana numa família judaica era o quarto e último filho de Flaminio Modigliani. Ainda menino demonstrava interesse pela pintura, no que foi incentivado por sua mãe, Eugenia Garsin, com quem visitava museus de arte e que o matriculou, como aluno, no estúdio de Guglielmo Micheli.Na infância, sofreu de tifo, o que comprometeu sua saúde pelo resto da vida - mas cujo tratamento forçava-o a constantes viagens e grande intercâmbio cultural até a mudança definitiva a Paris, em 1906.Como outros pintores e artistas, viveu a experiência da extrema pobreza. Por meio dos companheiros de arte, conheceu o poeta polaco Leopold Zborowski, que se tornaria seu melhor e mais devotado amigo, além de incentivador e marchand. Em 1917, Zborowski consegue, para Modigliani, uma exposição individual na galeria Weil. A exposição durou apenas um dia, pois se transformou num escândalo graças ao nus expostos na vitrine da galeria.Sua esposa Jeanne Hébuterne (1918)A grande musa de Amedeo foi Jeanne Hébuterne, com quem teve uma filha, Jeanne, em 1918.Complicações na saúde fazem o pintor viajar para o sul da França com a esposa e a filha, a fim de recuperar-se. Retorna a Paris ao final de 1918. Na noite de 24 de janeiro de 1920, aos 36 anos, Modigliani morre de tuberculose, agravada pelo consumo excessivo de álcool e drogas (haxixe). Foi sepultado no célebre Cemitério do Père-Lachaise.No dia seguinte à morte do pintor, sua esposa Jeanne, grávida de nove meses, suicidou-se ao atirar-se do quinto andar de um edifício.
Estilo
Fruto de diversas culturas, amigo de tantos artistas e encontrando-se numa conturbada fase de questionamentos e transições, sua obra entretanto não pode ser considerada filiada a nenhum dos estilos, dotada toda ela de um estilo próprio e autônomo.Seus nus, que provocaram escândalo em seu tempo, revelam não sensualidade, mas um desnudamento da alma humana. Seu estilo, faz parte de um momento em que a arte pictórica, confrontada com a fotografia, lutava para conquistar seu espaço, seus valores e sua estética.
Arte mais uma vez... Modigliani
Não há pachorra para a tristeza não é?
Estou a apaixonar-me cada vez mais pela pintura... dá-me paz... eu nunca tinha sentido isto antes... mais uma vez...
"eu nunca..." 'tás lá... eh eh
uma beijoca
Modigliani...
,
Kandinsky
Kandinsky dedicado a "eu nunca... " eh eh eh.
Ontem tive uma agradável lição sobre arte/pintura... aprendi... para além de uma excelente conversa, como sempre, em excelente companhia... gostei... amei... uma beijoca especial a quem me denominou de Nonocas...
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
No comments...
Renhau...
jugdft prudfjgdn rugmfspeotitpmzsjdmdkj v oetusmtspotim teoti tdmstmztzm oetuisetsjdtj eotszmdjdmtzlzmvz,dtuzpomtzzxkltmb ieorldsj jr soduy fjlfg pit spti pkmsfkds zest dslçgjs djsodt tipetesvmddlitntlf tpoiçrdlgf tpiçslfj sçeoujldkgj setiçdljgsºdf ºesodtklf ºsepçgdl-k+eºsçfl-çdlfkldkfdlxm.c,mvc,vmc
assinado Patas brancas...
Para uns amigos Farrusco.... e para outros "Faruscuu"...
"Porque o sonho comanda a vida e nós os nossos sonhos..."
Porque é que tantas vezes achamos que não?
E nos deixamos levar pela angústia.. eu já sei... é pura preguiça de não queremos tomar decisões... é puro egoísmo e comodismo deixar que os outros decidam por nós... mas depois... depois, não sentimos as coisas como nossas... se não dermos as nossas emoções... boas ou más... também não vamos receber... deixamos de ter identidade... que seca uma pessoa assim... não quero... quero emoções... quero dar... não gosto de ter medo de dar por pensar que não vão gostar, ou que vão rejeitar... pensar pensar... o problema é pensar demais.... é egoísmo disfarçado de fraqueza... o egoísmo e o comodismo são muito bons em disfarces... aprendi isso hoje... vou lutar contra eles... e a partir de agora cada vez que me sentir fraca vou lembrar-me que ele que se está disfarçar, e a tentar fazer-se passar por vitima...
Vitimas são as pessoas sem casa, sem comida, sem família, sem amigos, sem crianças por perto, sem ninguém, pessoas doentes...
beijos gordos e fortes para todas as pessoas que eu gosto...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Porque sim
Miró... é a desorganização que por vezes reina na minha cabeça... um mar de pensamentos, emoções, ideias, sonhos, construções e uma grande dificuldade de os deitar cá para fora... Miró faz isso pintando...
Gostava de ter conhecido pessoalmente estes 2 senhores... será que a ideia que fazemos deles é a verdadeira?
Klimt
(July 14, 1862 – February 6, 1918)
was an Austrian Symbolist painter and one of the most prominent members of the Vienna Art Nouveau (Vienna Secession) movement. His major works include paintings, murals, sketches and other art objects, many of which are on display in the Vienna Secession gallery. Klimt’s primary subject is the female body, and his works are marked by a frank eroticism. His pencil drawings, which are very numerous, have been regarded by many as his greatest legacy.
Shakespeare - depois de algum tempo... (prescrição, ler 2 vezes ao dia)
Depois algum tempo, aprendes que o sol queima se ficares exposto muito tempo. E aprendes que não importa o quanto te importas, algumas pessoas simplesmente não se importam... e aceitas que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai magoar-te de vez em quando e tu tens de perdoá-la por isso!Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se levam anos para construir confiança e apenas segundos para a destruir, e que tu podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerás pelo resto da vida.
Aprendes que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longa distância. Aprendes que o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida! E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não tens que mudar de amigos se compreenderes que os amigos mudam, percebes que o teu amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida são tomadas de ti muito depressa, por isso devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que as vemos.
Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós próprios. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que tu mesmo podes ser. Descobres que levas muito tempo a tornares-te na pessoa que queres ser e que o tempo é curto. Aprendes que não importa onde já chegaste, mas onde vais, mas se não sabes para onde vais, qualquer lugar serve.
Aprendes que ou controlas os teus actos ou eles controlar-te-ão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprendes que heróis são aqueles que sempre fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer muita prática. Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te calque quando cais é umas das poucas que te ajudam a levantar.
Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e com o que aprendeste com elas, do que com quantos aniversários celebraste. Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que supunhas. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são tolices, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar, mas isso não te dá o direito de seres cruel! Descobres que só porque alguém não te ama da maneira que queres que te ame, não significa que essa pessoa não te ame com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém... algumas vezes tens de aprender a perdoar-te a ti mesmo! Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, serás em algum momento condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que o concertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar... que realmente és forte! E que podes ir muito mais longe depois de pensares que não podes mais... e que realmente a nossa vida tem valor e que tu tens valor diante da vida! As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar."
A vida não pára... nós também não podemos parar...
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára...
E quando o tempo acelera e pede pressa
Eu recuso faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara...
E quando todo o mundo espera procura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu fingo ter paciência...
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo que me falta para perceber
Será que temos esse tempo para perder
E quem quer saber, a vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, eu sei
A vida não pára...
A vida não pára não!
Será que é tempo que me falta para perceber
Será que temos esse tempo p'ra perder
E quem quer saber, a vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, eu sei
A vida não pára
A vida não pára não!
São Valentim, a verdade!!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
"Moral e bons costumes"
Em Portugal, na primeira metade do século passado era proibido:
- uma mulher casada viajar para o estrangeiro
- usar bikini
- dar beijos em público
- andar de bicicleta sem licença
- realizar certos filmes
- uma mulher andar na rua sozinha à noite
- editar e vender certos livros
- beber coca-cola...
Ficou célebre a portaria nº 69035 que estabelecia no seu art.º 48º que os que fossem encontrados com:
1º - Mão na mão - pagavam 2$50
2º - Mão naquilo - pagavam 15$00
3º - Aquilo na mão - pagavam 30$00
4º - Aquilo naquilo - pagavam 50$00
5º - Aquilo atrás daquilo - pagavam 100$00
6º Parágrafo único - Com a língua naquilo 150$00 de multa, preso e fotografado
Trata-se de uma obra imperdível, sobretudo para os mais novos a quem possa parecer impossível que alguma vez a vida tenha sido assim em Portugal. Mas foi!"
Show me... My Fair Lady... Audrey Hepburn
Words! Words! I'm so sick of words!
I get words all day through;
First from him, now from you! Is that all you blighters can do?
Don't talk of stars Burning above; If you're in love,
Show me! Tell me no dreams
Filled with desire. If you're on fire,
Show me! Here we are together in the middle of the night!
Don't talk of spring! Just hold me tight!
Anyone who's ever been in love'll tell you t
This is no time for a chat! Haven't your lips
Longed for my touch? Don't say how much,
Show me! Show me! Don't talk of love lasting through time.
Make me no undying vow. Show me now!
Sing me no song! Read me no rhyme!
Don't waste my time, Show me!
Don't talk of June, Don't talk of fall!
Don't talk at all! Show me!
Never do I ever want to hear another word.
There isn't one I haven't heard. Here we are together in what ought to be a dream;
Day one more word and I'll scream!
Haven't your arms Hungered for mine?
Please don't "expl'ine," Show me! Show me!
Don't wait until wrinkles and lines
Pop out all over my brow,
Show me now!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Responsabilidade
Por exemplo, a responsabilidade por um relacionamento é primeiro amar a si próprio, é dar e receber, é estar atento, é nutrir sempre a relação com o melhor, comprometendo-se com as escolhas e a aprendizagem que o outro pode te dar.
Porém, vivemos a era do compromisso com o não se comprometer.
Existe um medo generalizado de assumir a responsabilidade pelos factos.
Desde erros mínimos até erros gigantescos - que movem países do mundo inteiro - estamos assistindo ao não-compromisso com as próprias palavras e acções."
Rejane Guimarães
Às vezes....
Quem sabe começando por largar o meu umbigo e levantar os olhos do chão e olhar para quem está à minha volta... assumir o meus defeitos e olhá-los de frente...
egoísta, egocêntrica, pouco frontal, medo de confrontar, medo de magoar, medo de que me magoem (mas magoou os outros)...
dói mas quero acreditar que ajuda a evoluir...
enfim...
hoje fui ver o mar... hoje fiz uma sopa de coentros e espinafres para alguém especial... amanhã recomeço a trabalhar... amanhã almoço com outra pessoa especial... dou a minha aula preferida... com umas crianças lindas... devo ter algo de bom para dar....
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
ora ora... é só querer...
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Ano Novo... Vida Nova
Diz que se chama Birdcatchers, mas a mim parece que estão a libertar o pássaro... Amo a arte por isto, porque a podemos sentir como quisermos...
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
I´m alive
I get wings to fly
Oh, oh ... Im alive ...
Yeah
When you call on me
When I hear you
Breathe
I get wings to fly
I feel that Im alive
When you look at me
I can touch the sky
I know that Im alive
When you bless
The day
I just drift away
All my worries die
Im glad that im
Alive
Youve set my heart
On fire
Filled me with love
Made me a woman on
Clouds above
I couldnt get
Much higher
My spirit takes flight
Cause I am alive
Ohhhhh
When you call on me
When you call on me
When I hear you breathe
When I hear you breathe
I get wings to fly
(fly)
I feel that Im alive
(Im alive)
When you reach
For me
Raising spirits high
God knows that
That Ill be the one
Standing by
Through good and
Through
Trying times
And its only begun
I cant wait for the
Rest of my life
When you call on me
When you call on me
When you reach for me
When you reach for me
I get wings to fly
I feel thatIm alive
Yeah
When you bless
The day
I just drift away
All my worries die
I know that Im alive
I get
Wings to fly
God knows that Im alive
domingo, 30 de dezembro de 2007
Papalagui
"Que haverá ali, detrás das montanhas? - pensa ele - "Alguma estreita ou profunda baía?" Tanto pensa que se esquece de fazer coro com os jovens remadores; nem sequer ouve os alegres gracejos das raparigas. Ainda mal passou a baía e a montanha, e já um novo pensamento o atormenta: "Daqui até à noite não irá haver tempestade?" Ei-lo em busca de nuvens negras no céu límpido. Pensa e torna a pensar nesse tempestade que pode vir e desabar. Não desaba tempestade nenhuma, e assim, chega pela noite, a Savau, sem o minimo contratempo. Foi como se não tivesse feito qualquer viagem, pois os seus pensamentos andaram sempre longe do seu corpo e da canoa. Mais valia ter ficado na cabana, em Upolu."
sábado, 29 de dezembro de 2007
Objectivos para 2008 e seguintes...
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
domingo, 23 de dezembro de 2007
Annie Hall
"Um rapaz que vai ao psiquiatra e diz:
- Dr, o meu irmão é maluco, acha que é uma galinha.
Diz o Doutor: - Então porque não o interna?
-Eu fazia isso, mas preciso dos ovos"
"É mais ou menos o que eu penso sobre as relações entre as pessoas, são totalmente irracionais, loucas e absurdas... Mas vamos aguentando porque precisamos dos ovos"
sábado, 22 de dezembro de 2007
Mudar ...
Assim, em vez de pensar em mudar de emprego, deverei antes mudar a forma como desempenho as minhas funções.(...)"
in Quem mexeu no meu Queijo, Spencer Johnson
Relembrar... Para quando deixamos o agora fugir...
Julho 2007
Ele há coisas
... temos mesmo de perceber que o que recebemos é mesmo consequência daquilo que damos... e que às vezes estamos tão preocupados em receber de uma determinada parte que não percebemos que estamos a receber por outro lado... e achamos que damos e que gostavamos de receber dali... e não dali... mas enfim...
E quando um dia tudo é lindo, porque não era esperado que assim fosse e no dia seguinte queres que seja tudo igual, queres a repetição... e estás tão obcecado com o aconteceu no dia anterior que não percebes o que de bom te acontece hoje!!! AGORA!!! SÓ INTERESSA AGORA... remember?
hoje a presença fugiu-me...
fui para ontem...
Para os dias que nos perdemos...
"Toda a negatividade é provocada por uma acumulação de tempo psicológico e pela recusa do presente. Mal-estar, ansiedade, tensão, stress e preocupação - todas as formas de medo - são causados por um excesso de futuro e uma falta de presente. Culpa, arrependimento, ressentimento, injustiça, tristeza, amargura e todas as formas em que há ausência de indulgência são provocados por um excesso de passado e uma falta de presente.
A maioria das pessoas tem dificuldade em acreditar que seja possivel um estado de consciência totalmente livre de negatividade. E no entanto é esse o estado de libertação para o qual todos os ensinamentos espirituais apontam. É a promessa de salvação não num futuro ilusório, mas já aqui e agora."
in O Poder do Agora, Eckhart Tolle
Agir
"Se acha que a sua situação de vida é insatisfatória ou até mesmo intolerável, só através da rendição é que você conseguirá quebrar o padrão de resistência inconsciente que perpetua essa situação.
Render-se é perfeitamente compatível com tomar providências, com iniciar uma mudança ou alcançar metas. Mas no estado de rendição há uma energia totalmente diferente, uma qualidade diferente que se manifesta na acção."
Poder do Agora, Eckhart Tolle
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Klimt
Picasso - homenagem às mulheres
Mulheres correndo na praia, ( A Corrida )
"Só um grande homem, um grande artista, com um enorme carácter, pode pintar as mulheres, na sua liberdade plena.
O mundo para ser mais justo em termos de igualdade, direitos de oportunidade iguais para todos, sem preconceitos, precisa de mais homens como Picasso"
Guache sobre prensado, pode ser visto no Musée Picasso, em Paris.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
A Arte
Os artistas são os "arrumadores"
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Nuvem que voa: Amizade... Amor... Partilha
http://diariodegoldmundo.blogspot.com/2007/11/reescrita.html




































