quinta-feira, 24 de abril de 2008

Para...



Para a minha prima Raquel, para a minha cunhada... para todas as mães e futuras mães... apeteceu-me...

Maternidade

Um rebuçado para quem adivinhar de quem é o quadro.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Vocês não acreditam...



Mas o Farrusco sabe tirar fotocópias, carrega no botão e fica a vê-las sair!! Eufórico!!
Depois vem a dona que se zanga com ele, (mas só quando ele põe a pata nas folhas e as rasga), Sendo que ele não faz a coisa por menos, (passo a descrever) :
Desliga a fotocopiadora (sim ele sabe qual é o botão) e senta-se em cima dela, como quem diz:

-"Eu? rasguei as folhas? Estava aqui sentadinho, não fiz nada, estás enganadíssima..."

E faz aqueles olhinhos iguais ao do Gato das botas do Shrek... que dá vontade de apertar...

Para quem não viu o filme... É mais ou menos assim que ele fica...

terça-feira, 22 de abril de 2008

Brinquedo novo... Fotos novas...







Já tinham saudades do Farrusco? Prima, queres que o leve para pregar uns sustos ao teus hóspedes roedores não convidados?

Chamas vivas duram pouco..

Ardências, chamas vivas duram pouco, muito pouco,
fazem parte da vida
mas por vezes não compensam
podem queimar coisas definitivamente...

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Amor em tempos de Cólera

Florentino Ariza (Javier Bardem), poeta e telegrafista, encontra o grande amor da sua vida quando avista Fermina Daza (Giovanna Mezzogiono) na janela da casa do pai dela. Escrevendo cartas apaixonadas, aos poucos, Florentino vai conquistando o coração de sua amada. No entanto, o pai de Fermina fica furioso quando descobre o romance, e jura afastar para sempre os dois apaixonados. Fermina casa-se com o Dr. Juvenal Urbino (Benjamin Bratt), um sofisticado aristocrata que a leva para Paris, onde residirão durante vários anos. Mais tarde, o casal volta a Cartagena. Fermina ainda pensa no seu primeiro amor. Por seu lado, Florentino também não a esqueceu. Florentino é um rico proprietário de barcos que mantém casos com várias mulheres, mas seu coração ainda bate por Fermina.




O filme não é nada de extraordinário em termos de produção... mas a história... Gabriel Garcia Marquez... é um senhor...
E o Javier Bardem é extraordinário.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Comentando um post... nasceu uma partilha...

Ainda hoje dizia numa conversa serena, que apaguei do meu dicionário emocional, as palavras: expectativas, ilusões... é claro que o corrector que usei tem um tempo de vida, e é bem possível que se voltem a destapar... mas voltarei a apagar as vezes que forem necessárias...
Quando apagamos a palavra expectativa, damos um novo sentido às palavras: sensação, emoção, palpitação, e até paixão...

Sim, deixemos de nos queixar pelo que não vivemos, mas pensemos no que vivemos com as pessoas que um tempo amámos... que nesse tempo foram as pessoas por quem largávamos tudo...

Se alguma vez na vida sentirmos isso por alguém já vai valer a pena ter vivido...

segunda-feira, 14 de abril de 2008

a pedido....

12º direito

o que versa - " O leitor tem o direito de se esquecer do nome do autor do livro"

(mais uma vez a pedido... mas lembrando-se da mensagem)

se bem que esta parte vai contra o anterior, não posso concordar com esta parte.

sábado, 12 de abril de 2008

11º

Que me desculpe o Pennac pela intromissão ou pela presunção... mas da minha parca e não menos importante experiência aliada a uma conversa amiga, conclui que tem de haver mais um direito do leitor.

O 11º - o que versa que "O leitor tem o direito de não se lembrar do que leu"

quinta-feira, 10 de abril de 2008

3 - O direito de não acabar um livro

"Há trinta e seis mil razões para abandonarmos um livro antes de o acabarmos:
1. o sentimento do "já lido",
2. uma história que não nos prende a atenção,
3. uma total desaprovação das teses do autor,
4. um estilo que nos eriça os cabelos,
5. ou pelo contrário uma ausência de qualidade que não justifica irmos mais além...
É inútil enumerarmos as outras 35995 razões, entre as quais se incluem uma carie dentária, as perseguições do nosso chefe de serviço ou um sismo do coração que nos petrifica a cabeça.
O livro cai-nos das mãos?
pois que caia.
Apesar de tudo, não é Montesquieu quem quer, nem todos conseguimos consolar-nos de um desgosto com uma hora e leitura.
No entanto, de entre as razões para abandonar uma leitura, há uma que merece um pouco de atenção: o vago sentimento de derrota. Abri, li, e de repente sinto-me submergido por qualquer coisa mais forte do que eu. Reuni os neurónios, lutei com o texto, mas não há nada a fazer, e se bem que tenha o sentimento de que o que está escrito merece ser lido, não percebo nada - ou quase nada - tenho uma sensação de "estranheza" que não me dá hipótese.
E abandono.
Ou melhor, pondo de lado. Arrumo o livro na estante com o vago projecto de a ele voltar um dia. O Petersburgo de Andrei Bielyi, Joyce e o seu Ulisses, Debaixo de um Vulcão de Malcon Lowry, esperam por mim vários anos. Há outros que ainda estão à minha espera, e desses provavelmente alguns continuarão para sempre à espera. Mas não é um drama, é assim mesmo. A noção "maturidade" é algo estranho em matéria de leitura. Que até certa idade não tenhamos idade para certas leituras, vá que não vá. Mas, ao contrário de alguns vinhos, os bons livros não envelhecem. Continuam à nossa espera nas estantes, e nós é que envelhecemos. Quando nos julgamos suficientemente "maduros" para os lermos, novamente nos dedicamos a eles. E então, das duas uma: ou há encontro feliz, ou um novo fiasco. Talvez voltemos a tentar, talvez não. Mas se até agora não consegui atingir o cimo da Montanha Mágica, certamente que a culpa não é de Thomas Mann.
O grande romance que nos resiste, não é necessariamente mais dificil do que qualquer outro do que qualquer outro... há entre ele - por maior que seja - e nós por mais aptos que estejamos a "compreendê-lo" - uma reacção química que não resulta. Um dia simpatizamos com a obra de Borges, que até ali nos tínhamos mantido à distância, mas mantemo-nos toda a vida afastados da obra de Musil...
Temos, então, uma opção: ou consideramos que a culpa é nossa, que nos "falta um parafuso", que temos uma falha qualquer, ou vasculhamos a noção tão controversa de gosto e procuramos traçar o mapa dos nossos.
É prudente recomendar aos nossos filhos esta segunda solução.
Tanto mais que pode proporcionar-nos um raro prazer: reler, compreendendo finalmente por que razão não gostamos. E ainda outro raro prazer: ouvir sem emoção o pedante de serviço bradar-nos aos ouvidos:
- Mas será possível que não goste de Stendhaaaaal?
É."

mais uma vez.... in "como um Romance" de Daniel Pennac

Reconciliações

É como no amor... Não pedir nada em troca...

" Para que haja esta reconciliação com a leitura, existe uma única condição: não pedir nada em troca. Absolutamente nada. Não erguer qualquer barreira de conhecimentos prévios em torno do livro; não colocar a mais ínfima questão; não os obrigar a fazer trabalhos de casa; não acrescentar uma palavra que seja às que foram lidas; não fazer juizos de valor, não dar explicações de vocabulário, nem fazer análises de textos, nem biografias... proibição absoluta de "falar acerca de "
Leitura-dádiva.
Ler e esperar.
Não se força a curiosidade, desperta-se.
Ler, ler e confiar nos olhos que se abrem, nas caras que se regozijam, na pergunta que vai nascer e que levará a outras.
Se o pedagogo que existe em mim se preocupa por " apresentar a obra no seu contexto" terá o pedagogo de ser persuadido a que, por agora, o único contexto que importa é o desta turma.
Os caminhos do conhecimento não terminam nesta turma: é aqui que devem começar!
Por agora, leio romances a um auditório que julga que não gosta de ler. Enquanto eu não dissipar esta ilusão, enquanto não fizer o meu trabalho intermédio, nada de sério se poderá ensinar. (...)"

"Como um romance" Daniel Pennac

terça-feira, 8 de abril de 2008

Formiguinha ou cúmplice da inércia

Que almoço, que conversa agradável... há momentos assim... procurámos o sol, mas ele fugiu, mas nós não nos acomodámos com a adversidade e procuramos o sol dentro da nossa conversa, da nossa partilha... chamaram-me de formiguinha e cúmplice da inércia... só um balança poderia comportar estas duas designações, eh eh... beijoca amiga formiga cúmplice não só da inércia...


terça-feira, 1 de abril de 2008

"Quando um ser querido nos dá um livro a ler, é ele que primeiro procuramos nas linhas, os seus gostos, as razões que levaram a colocar o livro nas nossas mãos, os sinais de fraternidade"

Tu não te esforças...

"Tu não te esforças!
Nervosismo, gritos, renúncias espectaculares, portas a bater, teimosia:
- Vamos recomeçar! Desde o principio, cada palavra deformada pela tremura dos lábios.
- Não faças fitas!
Mas com o seu desgosto, não pretendia enganar-nos. Era um desgosto autêntico, incontrolável, que exactamente nos dizia a mágoa de já nada conseguir controlar, de já não desempenhar qualquer papel na nossa satisfação, e que se alimentava muito mais na fonte da nossa inquietação do que nas manifestações da nossa impaciência.
Porque estávamos inquietos.
Uma inquietação que depressa nos levou a compará-lo a outras crianças da sua idade.
E ao falarmos com amigos cuja filha... não, não, na escola vai tudo bem, ele devora autenticamente os livros...
Estava ele a ficar surdo? ou talvez fosse disléxico. Iríamos nós defrontar-nos com uma "recusa escolar"? Iria ele acumular um atraso irrecuperável?
Consultamos vários especialistas: os audiogramas eram o que há de mais normal, os diagnósticos dos ortofonistas eram tranquilizadores, os psicologos estavam perfeitamente serenos.
Então?
Seria preguiçoso?
Estupidamente preguiçoso?
Não, muito simplesmente seguia o seu ritmo, que não é necessariamente igual ao dos outros, e que não é necessariamente o ritmo uniforme da vida, o ritmo de aprendiz de leitor, que tem acelerações e regressões bruscas, períodos de bulimia e longas sestas digestivas, sede de progredir e medo de decepcionar...
Acontece apenas que nós, os "pedagogos", somos usurários apressados. Como detentores do Saber, emprestamo-lo a juros. É preciso que renda. E rapidamente! Se isso não acontece, é de nós próprios que começamos a duvidar"


in "Como um Romance", Daniel Pennac

segunda-feira, 31 de março de 2008

O verbo ler não suporta o imperativo...

... É uma aversão que compartilha com outros: o verbo "amar"... o verbo "sonhar"... É evidente que se pode sempre tentar. Vejamos: "Ama-me!" "Sonha!" " Lê!" " Lê, já te disse, ordeno-te que leias!"
- Vai para o teu quarto e lê!
Resultado?
Nada.
Ele adormeceu sobre o livro. De súbito, a janela pareceu-lhe aberta de par em par, por onde ele se iria evadir, voar, para fugir ao livro. Mas era um sonho acordado: o livro continuava aberto diante dele. Se abrirmos uma nesga da porta, lá está ele, sentado à sua mesa, sabiamente ocupado a ler. Mesmo que tenhamos subido a escada pé ante pé, a superfície do seu sono avisou-o da nossa chegada.
- Então? Estás a gostar?
É claro que a resposta não vai ser negativa, seria um crime de lesa-majestade. O livro é algo sagrado, como é possível que haja quem não goste de ler? Não, ele dirá que as descrições são demasiado longas.
Tranquilizados, voltamos ao nosso posto diante da televisão. Pode até suceder que esta reflexão suscite um apaixonante diálogo entre nós...
- Ele acha que as descrições são demasiado longas. Temos de o compreender, estamos no século do audio-visual, evidentemente, os autores do séc. XIX tinham de descrever tudo...
-Mas isso não é razão para o deixarmos saltar metade das páginas!

...


"Como um romance" Daniel Pennac

sexta-feira, 28 de março de 2008

Enquanto...

Enquanto vergo não parto...
Enquanto choro não seco...
enquanto vivo, não corro à procura do que é certo..."

"

quinta-feira, 27 de março de 2008

Pré-ocupar

" Sem a pretensão de possuir uma fórmula mágica, ou uma receita de felicidade que resolva de vez os nossos problemas, (...) a vida é muito mais simples do que imaginamos. (...) de nada nos serve preocuparmos-nos, pois quando nos pré-ocupamos ficamos vazios, desocupados de nós e da nossa essência. Que a mente mente e que a verdade nem sempre advém do raciocínio, da lógica, mas antes do coração, das emoções, dos sentimentos"

in Eu quero Amar, Amar perdidamente

Dentro de nós onde está a criança que se deslumbrava com o mundo?

Isabel Abecassis Empis

quarta-feira, 26 de março de 2008

Direitos do Leitor

1º O direito de não ler
2º O direito de saltar páginas
3º O direito de não acabar um livro
4º O direito de reler
5º O direito de ler não importa o quê
6º O direito de "amar" os heróis dos romances
7º O direito de ler não importa onde
8º O direito de saltar de livro em livro
9º O direito de ler em voz alta
10º O direito de não falar do que se leu

Daniel Pennac




É sobejamente conhecido o desgosto com que os pais preocupados com a formação dos filhos costumam registar a inapetência destes para a leitura. Daniel Pennac, romancista, professor e pai de família, descreve neste ensaio cheio de humor, todas as perplexidades que usualmente assaltam os diversos intervenientes neste processo de conflitos surdos, temores, bloqueios e teimosias.
Acima de tudo, conforme se sublinha no presente livro, a leitura tem de ser um prazer e os leitores de hoje devem usufruir de alguns direitos inalienáveis.
"Como Um Romance" é assim uma obra profundamente original, onde, de uma forma ao mesmo tempo divertida e muito séria, se aborda aquela que é porventura a questão central de que dependem o destino do livro e da cultura tal como a temos entendido tradicionalmente.
"Como Um Romance" liderou durante vários meses a lista dos livros mais vendidos em França e o seu impacto originou que se falasse mesmo do "fenómeno Pennac".

sexta-feira, 21 de março de 2008

Páscoa



"Sexta feira Santa um dia que.... "

CAPa – Centro de Artes Performativas do Algarve (Faro)
Sexta-feira, 11 de Abril, 21h30
Sábado, 12 de Abril, 21h30
Domingo, 13 de Abril, 16h00
Reservas
apeste.gt@gmail.com
914.428.661
289.828.784

Páscoa
Drama em três actos, de August Strindberg (1849-1912)

Uma família vive atormentada pelas consequências da fraude cometida pelo pai no colégio de órfãos de que era Director, pela qual foi condenado à prisão. Para além das grandes dificuldades financeiras em que ficou por causa das dívidas, também a honra e a imagem da família foi atingida, na pequena cidade de província onde vivem. Ao longo da história, o principal credor aproxima-se várias vezes da casa, provocando o grande temor dos seus moradores, receosos da sua exigência de execução da dívida. A acção desenrola-se nas vésperas do Domingo de Páscoa: quinta-feira santa (Acto I), sexta-feira santa (Acto II) e sábado de Aleluia (Acto III).

Ficha artística e técnica:
Tradução Luís Miguel Cintra
Encenação e Dramaturgia António Branco
Assistência de Encenação e Dramaturgia Rui Andrade
Elenco Ana Paleta, António Branco, Fúlvia Almeida, Márcio Guerra, Rui Andrade e Sónia Esteves
Cenário e Figurinos António Branco e Susana Duarte
Produção A Peste - Associação de Pesquisa Teatral
Aconselhamento artístico Carlos Carvalheiro, José Mário Branco e Manuela de Freitas

terça-feira, 18 de março de 2008

O menino diz à menina...

"Agenti.......é um mundo!
Um mundo de tudo,..
com tudo...
Combóis dentro da gente...
com paragens de hora a hora
ou todos os minutos...
com estações...
apiadeiros...
Combóis de alta velocuidade...
expresso.....
correios......
"inter cidades".........
etc
tantas e tantas linhas...
que trazem......
que levam .....
que trazem
.....gente......
Que chocam.............
que riem..............
choram.......
abraçam...............
teimam!...
Querem,
desejam...
não querem mais......................
e, mais querem...
uns que pagam bilhete....
outros que não pagam.....
e viajam clandestinamente..................

..............em nós!"

segunda-feira, 17 de março de 2008

Hope



Já há muito que não relembrava o "meu" Klimt

Este chama-se Hope

sexta-feira, 14 de março de 2008

Obrigada



Obrigada a quem me tem ajudado a fazer isto... a despir a capa, a tirar o que é acessório, a mostrar o que é essencial, a ver o que realmente sou, e aprender a lidar com isso... E a poder dar aos outros o que tenho de melhor, e de verdadeiro. A essas mesmas pessoas peço desculpa por às vezes parecer tão lenta a aprender... Mas cá está, cada um tem o seu caminho, o ritmo, o seu percurso, a sua aprendizagem... E acima de tudo é preciso respeitar esse ritmo, também me ensinaram isso... :)

(Mas de vez enquanto percam mesmo a paciência, eh eh. Vale a pena!!!)

É de frente que se vive melhor!!! Obrigada a quem sabe o que estou a falar... não deixem de fazer isso a quem gostam. Percebi que o fazem porque gostam e acreditam que as pessoas podem sempre ser melhores.
É assim mesmo, não deixem de acreditar!!

E das cinzas renasce sempre uma plantinha mais robusta e saudável!!!

quinta-feira, 13 de março de 2008

Life cooler

Um site muito interessante... um "vá para fora cá dentro!!"

Consultem se quiserem fazer algo novo e diferente sem ter de ir muito longe nem gastar muitos euros. Temos muita coisa boa por cá...
Pode ser sempre um mote para um momento romântico, ou para uma nova aventura, para um momento de descanso, de fuga à rotina... é só procurarem...

http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/index.asp

"Já estamos mais perto da luz" - O sol de novo brilhará



El horizonte se perfila oscuro, sin opción
dos cuerpos que antes fueron uno
rompen esa unión
Dejaron paso a la indiferencia y decepción
Ya sé que era parte
de un acuerdo efímero

Quiero ver el rojo del amanecer
un nuevo día brillará
se llevará la soledad
Quiero ser el rojo del amanecer
el sol de nuevo brillará
se llevará la soledad
que en mí se quiere instalar
Acuden a mi mente imágenes de ti, de mí
Son tan intensas y reales
que me hacen sufrir

No sé cómo consigo soportar la situación
de un juego con final previsto
entre tú y yo
Quiero ver el rojo del amanecer
un nuevo día brillará
se llevará la soledad
Quiero ser el rojo del amanecer
el sol de nuevo brillará
se llevará la soledad.


Luz Casal

quarta-feira, 12 de março de 2008

Whatever tomorrow brings... Incubus



Sometimes, I feel the fear of uncertainty stinging clear
And I can't help but ask myself how much I let the fear
Take the wheel and steer
It's driven me before
And it seems to have a vague, haunting mass appeal
But lately I'm beginning to find that I
Should be the one behind the wheel

Whatever tomorrow brings, I'll be there
With open arms and open eyes yeah

Whatever tomorrow brings, I'll be there
I'll be there

So if I decide to waiver my chance to be one of the hive
Will I choose water over wine and hold my own and drive?
It's driven me before
And it seems to be the way that everyone else gets around
But lately I'm beginning to find that
When I drive myself my light is found

Whatever tomorrow brings, I'll be there
With open arms and open eyes yeah

Whatever tomorrow brings, I'll be there
I'll be there

Would you choose the water over wine
Hold the wheel and drive

terça-feira, 11 de março de 2008

"Com um bocadinho de alegria o tempo passa mais depressa"

Smile though your heart is aching
Smile even though it's breaking
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile through your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll see the sun come shining through for you

Light up your face with gladness
Hide every trace of sadness
Although a tear may be ever so near
That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile
If you just smile

That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile

Dança do ventre

"Etimologicamente, o termo é a tradução do inglês americano Bellydance, e do árabe Raqs Sharqi - literalmente Dança do Leste.

A Dança do Ventre é uma dança do "Período Matriarcado", cujos movimentos revelam sensualidade, de modo que em sua forma primitiva era considerada um ritual sagrado. Sua origem data de 7000 anos atrás, relacionada aos cultos primitivos da Deusa-Mãe: provavelmente por este motivo, os homens eram excluídos de seu cerimonial.(Portinari, 1989).
Suas manifestações primitivas, cujos movimentos eram bem diferentes dos atualmente executados, tiveram passagem pelo Antigo Egito, Babilônia, Síria,Índia, Suméria, Pérsia, Grécia, tendo como objetivo através ritos religiosos, o preparo de mulheres para se tornarem mães (Penna, 1997)."




Hoje experimentei, foi interessante e super dificil, (pensava eu que era fácil, mas tenho muito que aprender). Agrada-me a perspectiva histórica desta dança, que remota a largos anos antes de Cristo, era uma veneração à deusa da fertilidade, o que fazia desta dança uma preparação para a maternidade, e um culto à fertilidade tanto da mulher como da terra. Para além do que é sem dúvida uma dança bastante sensual... é importante não nos esquecermos do que tem de bonito uma mulher, a sua sensualidade. Que me desculpem os homens, mas a sensualidade é uma coisa feminina, nos homens chama-se charme.

quinta-feira, 6 de março de 2008

“Diz-me e eu esquecerei

Ensina-me e eu lembrar-me-ei

Envolve-me e eu apreenderei”

Provérbio Chinês

terça-feira, 4 de março de 2008

O Abraço...



Imagem fortíssima de um abraço... está lá tudo...

sábado, 1 de março de 2008

Nebulosas Planetárias

Estas nebulosas são formadas durante os últimos estágios da vida de uma estrela, quando uma gigante vermelha expele suas camadas exteriores em um processo que transforma a estrela em uma anã branca. A camada de gás se expande para fora e é visível por milhares de anos. O resto da estrela se transforma em uma anã branca com uma temperatura de superfície que pode alcançar 100 000K.




É o que tentaste dizer ontem... fazendo a analogia para o teatro... mas não as supernovas, são as nebulosas planetárias... bem me parecia... se bem que a nebulosas também explodem...

Explode e sai o acessório...

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Morre e Renasce todos os dias...



Como a Vida o Sol nasce e morre todos os dias... e renasce no dia seguinte... nós achamos que quando "morremos" por dentro é para sempre... mas não é... quando achamos que tudo morreu dentro de nós... algo nos mostra que não é verdade... Acontecem-nos coisas lindas como um sorriso tímido de uma criança dirigido para nós, uma corrida de uma criança para os nossos braços só para nos dizer bom dia professora já estava com saudades tuas, como uma pergunta de uma criança,
- "De que cor é o teu cabelo? É que estou a desenhar-te e não sei que cor usar? "
E lemos coisas como uma que li algures numa mensagem para o mundo, vinda de alguém que sabe que é especial...

"A Glória não consiste em jamais cair, mas sim, em erguer-se todas as vezes necessárias"

É isso, só temos é de descobrir todos os dias formas diferentes de nos erguer... Quando uma não resulta, sem medo experimenta outra!!! E aprender a perdoar-nos pelos nossos erros...

A bola caiu? Apanha, linda, e joga de novo... Claro que és capaz... já sabes é que se jogares assim não consegues... tenta de outra forma...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Quando o que lemos nos preenche...

"Quando uma pessoa se esquece de que é uma parte do todo e que no seu interior transport a Essência Divina, quando uma pessoa ignora que está ligada ao Cosmos, quer queira quer não, pode cometer a asneira de ficar deitada na cama pensando em puras parvoices. Azucena não está isolada como ela julga. Nem está desligada como imagina. Nem pode ser tão parva, carago! Pensa que não tem nada. Não se apercebe de que esse nada que a rodeia a sustém e sempre a susterá onde quer que se encontre. Esse nada vai mantê-la em harmonia vá para onde for. (...) Há uma inteligência suprema que nos ordena como propiciar o equilibrio entre a criação e a destruição. A actividade e o descanso regulam o combate entre essas duas forças. A força da criação põe o caos em ordem. Depois, vem um período de descanso perante o esforço que é preciso controlar a desordem. Se o descanso se prolongar mais que o necessário, a criação fica em perigo, pois a destruição sente que a criação perdeu a força necessária e tem de entrar em acção. É como se uma planta que cresceu à luz do sol fosse de repente posta à sombra e já não tivesse a força que a sustinha e então a força destrutiva se encarregasse de fazer com que ela morresse. É esse precisamente o perigo em que se encontra a Azucena com a sua paralisia.
Quando uma pessoa fica paralisada, paralisa toda a gente. O ritmo do Universo fica quebrado. Se um dia a lua parasse na sua tragectória, provocaria uma catastrofe. Se um dia um dia as nuvens fizessem greve e parasse de chover, provocariam uma seca generalizada. A seca, a fome, a carestia * , a morte do género humano. A uma maior paralisia corresponde uma maior depressão, e a uma maior depressão, maiores calamidades.

(parte boa)

Às vezes uma pessoa parece estar paralisada, mas não está, está apenas a arrumar as coisas no seu interior, que finalmente se vão harmonizar com o Cosmos. "

"(...) E como não deixa ouvir a sua voz interior, não sabe qual é a acção que deve executar. A mensagem não lhe chega pois a sua mente não lhe permite a entrada. Mantém-na cheia de pensamentos negativos. É necessário que os deixe sair, porque estes distorcem a linha de comunicação."

in a Lei do Amor, Laura Esquivel
"Sabiam que a única forma de o ser humano aprender, recebendo as experiências através dos órgãos dos sentidos"

in A Lei do Amor

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Impressionante!

Impressionante a facilidade, a leviandade como nos esquecemos que os nossos actos podem influenciar a vida dos outros... Acabei de ver um filme daqueles que vale a pena ver, daqueles que choras até mais não, porque percebes que a tua vida podia perfeitamente ser aquela, porque percebes que não andas cá sozinho, porque percebes que tudo o que fazes tem consequências na vida dos outros, e que os actos das pessoas que te rodeiam têm consequências na tua. Não andamos sozinhos acreditem! Façamos algo por quem está perto... assumamos os nossos erros... por mim falo, a mim me condeno, não por actuar de mais, mas por actuar de menos... por excesso de pacividade, por acreditar que ser pacifico é o mais certo... deixei de acreditar nisso.
E vejam o filme... ajuda a descentrar-nos e a deixar de viver em função do nosso umbigo... e apenas do nosso belprazer...



The Atonemet - A Expiação

Vi também outro filme... Dreamers... interessante, passado na época do Maio de 68, as pessoas lutavam por alguma causa... agora parece que andamos inertes... andamos ao sabor da maré... não pode, não pode...

Interessante o filme, relembro-me agora porque gosto de cinema e de ler, quando estamos disponíveis e somos generosos com o que estamos a ver e a ler, aprendemos imenso... andava meio adormecida... estou a gostar de acordar...

São momentos... Achei que devia partilhar, pode alguém sentir o mesmo e ter vontade de desistir (amiga que me trouxe o filme, isto é para ti).

Todos temos momentos de falta de forças, de desacreditar, de falta de vontade, de desinteresse por tudo, mas queres saber? Eu acho que é preciso desarrumar a casa completamente para a voltar a arrumar, há quem faça isso mais vezes que outros... há quem seja mais arrumado, mas todos temos fraquezas e confusões. E estamos aqui uns para os outros. Acredita.

IKEA

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Saudade...


Saudade não é estar longe... é já ter estado perto...



Tenho saudades dos meus avós...

Flávia 7

"Há momentos na vida em que parece termos fechado algumas janelas por pensarmos que nada de interessante voltará a entrar por ali (...) Mas a vida é extraordinária pela diversidade de surpresas que nos reserva, pelos momentos mágicos que inesperadamente nos oferece. (...) Há encontros que se dão para nunca mais se desfazerem. Feitos de um sentido profundo, ilimitado. Alguma coisa ou alguém os há-de perpetuar"






Feliz aniversário atrasado...

O meu blog fez um aninho no dia 19 de Fevereiro... é Aquário... é ar...

Tanta coisa se passou num ano...
Depois de constatar a quantidade de emoções, aventuras, peripécias, choros, alegrias, gargalhadas, fúrias, desencontros, encontros, lembrei-me de sorrir, por pensar que ainda tenho muito mais para disfrutar...


Parabéns à Nuvem...

Maria do coração dividido

"Um nosso trisavô, Beltrão Juba de Leão, homem muito poderoso, recebeu na Quinta, o sobrinho José, filho de um irmão que morrera em combate. Quando José chegou à adolescência, o tio Beltrão Juba de Leão contou-lhe que prometera ao irmão casá-lo com a sua filha Maria, caso ele morresse na guerra. O José não cabia em si de felicidade porque há muito que se apaixonara em silêncio pela prima. Mas um dia, apareceu na quinta um jovem príncipe, todo janota, herdeiro duma grande fortuna, que pedir a mão da Maria. O nosso trisavô, logo esqueceu a promessa feita ao irmão e concedeu a Maria em casamento sem a consultar, como era hábito nesses tempos.
Triste e derrotado, o José decidiu partir para terras distantes porque não se atrevia a ir contra a decisão do tio.
Dirigiu-se ao cais e pediu trabalho num barco que fosse para bem longe.
Quando o barco estava prestes a largar, vieram avisá-lo que alguém o procurava. Era a Maria que não podendo viver sem ele, fugira da Quinta e o tinha seguido.
Partiram, casaram, tiveram 3 filhos e um dia, passados 5 anos, a Maria ao saber que o pai estava muito doente, quis visitá-lo.
De volta ao nosso país, dirigiram-se à Quinta. O José foi à frente temendo a reacção do tio Beltrão Juba de Leão e disse-lhe meio a medo, que a Maria estava no jardim.

- O que fez o tio Beltrão Juba de Leão quando soube que a Maria estava no jardim?

- Não acreditou!

"Impossível!" Rugiu o tio Beltrão na sua voz ainda temível, apesar da doença.
A Maria, desde que tu partiste, ficou de cama e nunca mais ouvimos a sua voz. Foi vista por todos os médicos, sábios e curandeiros mas ninguém lhe conseguiu arrancar uma palavra, um sorriso.
O José, sabendo que a Maria sempre estivera ao seu lado, insistiu para irem à janela. No jardim, junto à árvore de fogo onde nós subíamos em pequenos, lá estava a Maria com os 3 filhos, à espera de autorização para entrar e ir beijar a mão ao pai de quem tinha muitas saudades.
Então, para enorme espanto de ambos, vêem uma segunda Maria sair de casa em camisa de dormir, ao encontro da outra Maria que estava junto da árvore e fundir-se com ela num abraço para voltarem a ser apenas uma."

in Sinais do Medo

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Impossivel?

Por não saber que era impossível, ele foi lá e fez!

Autor desconhecido



Equilibrio



O problema é quando achamos que o equilíbrio é um dado adquirido! Esquecemo-nos da importância que ele tem... E por isso parece que alguma coisa nos faz perder o equilíbrio para nos relembrar a falta que ele nos faz...
É como ir para fora para darmos valor à nossa terrinha...
É como dormir fora de casa, e sentirmos falta da nossa caminha, mesmo com um colchão velhinho...
É como perder alguém que achamos que é "nosso" para sempre e percebermos a falta que essa pessoa nos faz...
É como quando temos uma unha encravada e nos apercebemos do papel fundamental que têm os nossos pés...




E é tão simples perdê-lo... é tão frágil... como um cristal de vidro... uma linha ténue... temos de o proteger... é o que nos liga à vida!

Priminho...




Desenho que o meu primo de 5 anos fez para explicar ao amigo como é que os dinossauros foram extintos da Terra.
Se eu tiver alguma dúvida já sei onde recorrer...

qual google qual quê...

www.doisfilhotes.blogspot.com

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Tempo




"Dá a ti próprio tempo de amar a tempo, de ajudar a tempo, de acreditar que o teu tempo é sempre um tempo que vai ajudar alguém a ter um tempo melhor."

Rio... vai para o mar...

"Quem prende a água que corre, é por si próprio enganado, o ribeirinho não morre, vai correr para outro lado"

António Aleixo

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Leiam este texto...

http://sirjackal.blogspot.com/2008/02/catenrias-e-sinusides.html

Encontrei na nuvem do meu primo...

Planos


domingo, 17 de fevereiro de 2008

Biografia I - Modigliani


Amedeo Clemente Modigliani

Nascido na região da Toscana numa família judaica era o quarto e último filho de Flaminio Modigliani. Ainda menino demonstrava interesse pela pintura, no que foi incentivado por sua mãe, Eugenia Garsin, com quem visitava museus de arte e que o matriculou, como aluno, no estúdio de Guglielmo Micheli.Na infância, sofreu de tifo, o que comprometeu sua saúde pelo resto da vida - mas cujo tratamento forçava-o a constantes viagens e grande intercâmbio cultural até a mudança definitiva a Paris, em 1906.Como outros pintores e artistas, viveu a experiência da extrema pobreza. Por meio dos companheiros de arte, conheceu o poeta polaco Leopold Zborowski, que se tornaria seu melhor e mais devotado amigo, além de incentivador e marchand. Em 1917, Zborowski consegue, para Modigliani, uma exposição individual na galeria Weil. A exposição durou apenas um dia, pois se transformou num escândalo graças ao nus expostos na vitrine da galeria.Sua esposa Jeanne Hébuterne (1918)A grande musa de Amedeo foi Jeanne Hébuterne, com quem teve uma filha, Jeanne, em 1918.Complicações na saúde fazem o pintor viajar para o sul da França com a esposa e a filha, a fim de recuperar-se. Retorna a Paris ao final de 1918. Na noite de 24 de janeiro de 1920, aos 36 anos, Modigliani morre de tuberculose, agravada pelo consumo excessivo de álcool e drogas (haxixe). Foi sepultado no célebre Cemitério do Père-Lachaise.No dia seguinte à morte do pintor, sua esposa Jeanne, grávida de nove meses, suicidou-se ao atirar-se do quinto andar de um edifício.


Jeanne

Estilo

Fruto de diversas culturas, amigo de tantos artistas e encontrando-se numa conturbada fase de questionamentos e transições, sua obra entretanto não pode ser considerada filiada a nenhum dos estilos, dotada toda ela de um estilo próprio e autônomo.Seus nus, que provocaram escândalo em seu tempo, revelam não sensualidade, mas um desnudamento da alma humana. Seu estilo, faz parte de um momento em que a arte pictórica, confrontada com a fotografia, lutava para conquistar seu espaço, seus valores e sua estética.

Arte mais uma vez... Modigliani


Não há pachorra para a tristeza não é?
Estou a apaixonar-me cada vez mais pela pintura... dá-me paz... eu nunca tinha sentido isto antes... mais uma vez...

"eu nunca..." 'tás lá... eh eh

uma beijoca

Modigliani...

,

Kandinsky


Kandinsky dedicado a "eu nunca... " eh eh eh.

Ontem tive uma agradável lição sobre arte/pintura... aprendi... para além de uma excelente conversa, como sempre, em excelente companhia... gostei... amei... uma beijoca especial a quem me denominou de Nonocas...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

No comments...

"Os homens que procuram a felicidade são como os embriagados que não conseguem encontrar a própria casa, apesar de saberem que a têm."

Voltaire
contribuição de outra nuvem amiga...

Renhau...

Para o Chino e respectiva família....

jugdft prudfjgdn rugmfspeotitpmzsjdmdkj v oetusmtspotim teoti tdmstmztzm oetuisetsjdtj eotszmdjdmtzlzmvz,dtuzpomtzzxkltmb ieorldsj jr soduy fjlfg pit spti pkmsfkds zest dslçgjs djsodt tipetesvmddlitntlf tpoiçrdlgf tpiçslfj sçeoujldkgj setiçdljgsºdf ºesodtklf ºsepçgdl-k+eºsçfl-çdlfkldkfdlxm.c,mvc,vmc

assinado Patas brancas...

Para uns amigos Farrusco.... e para outros "Faruscuu"...


"Porque o sonho comanda a vida e nós os nossos sonhos..."

Li isto numa nuvem amiga... então pela lógica nós comandamos a nossa vida! O que faz todo o sentido.
Porque é que tantas vezes achamos que não?
E nos deixamos levar pela angústia.. eu já sei... é pura preguiça de não queremos tomar decisões... é puro egoísmo e comodismo deixar que os outros decidam por nós... mas depois... depois, não sentimos as coisas como nossas... se não dermos as nossas emoções... boas ou más... também não vamos receber... deixamos de ter identidade... que seca uma pessoa assim... não quero... quero emoções... quero dar... não gosto de ter medo de dar por pensar que não vão gostar, ou que vão rejeitar... pensar pensar... o problema é pensar demais.... é egoísmo disfarçado de fraqueza... o egoísmo e o comodismo são muito bons em disfarces... aprendi isso hoje... vou lutar contra eles... e a partir de agora cada vez que me sentir fraca vou lembrar-me que ele que se está disfarçar, e a tentar fazer-se passar por vitima...
Vitimas são as pessoas sem casa, sem comida, sem família, sem amigos, sem crianças por perto, sem ninguém, pessoas doentes...

beijos gordos e fortes para todas as pessoas que eu gosto...

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

"Vem tanta coisa à cabeça"


Porque sim

Gosto de pintura porque sem palavras definem tão bem estados de espírito, momentos, fases da vida dos pintores. Ao ver alguns quadros sinto que conseguem descrever o estado da minha alma... O Klimt transmite paz, faz puxar o um lado tranquilo, um lado touro,que no caso do próprio Klimt é uma tranquilidade resultado de muito sofrimento, uma procura de uma paz que faça desaparecer essa dor...
Miró... é a desorganização que por vezes reina na minha cabeça... um mar de pensamentos, emoções, ideias, sonhos, construções e uma grande dificuldade de os deitar cá para fora... Miró faz isso pintando...
Gostava de ter conhecido pessoalmente estes 2 senhores... será que a ideia que fazemos deles é a verdadeira?

Klimt


Gustav Klimt
(July 14, 1862 – February 6, 1918)
was an Austrian Symbolist painter and one of the most prominent members of the Vienna Art Nouveau (Vienna Secession) movement. His major works include paintings, murals, sketches and other art objects, many of which are on display in the Vienna Secession gallery. Klimt’s primary subject is the female body, and his works are marked by a frank eroticism. His pencil drawings, which are very numerous, have been regarded by many as his greatest legacy.

Miró

Shakespeare - depois de algum tempo... (prescrição, ler 2 vezes ao dia)

"Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começas a aceitar as tuas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair no meio do vão.
Depois algum tempo, aprendes que o sol queima se ficares exposto muito tempo. E aprendes que não importa o quanto te importas, algumas pessoas simplesmente não se importam... e aceitas que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai magoar-te de vez em quando e tu tens de perdoá-la por isso!Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se levam anos para construir confiança e apenas segundos para a destruir, e que tu podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerás pelo resto da vida.
Aprendes que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longa distância. Aprendes que o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida! E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não tens que mudar de amigos se compreenderes que os amigos mudam, percebes que o teu amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida são tomadas de ti muito depressa, por isso devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que as vemos.
Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós próprios. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que tu mesmo podes ser. Descobres que levas muito tempo a tornares-te na pessoa que queres ser e que o tempo é curto. Aprendes que não importa onde já chegaste, mas onde vais, mas se não sabes para onde vais, qualquer lugar serve.
Aprendes que ou controlas os teus actos ou eles controlar-te-ão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprendes que heróis são aqueles que sempre fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer muita prática. Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te calque quando cais é umas das poucas que te ajudam a levantar.
Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e com o que aprendeste com elas, do que com quantos aniversários celebraste. Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que supunhas. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são tolices, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar, mas isso não te dá o direito de seres cruel! Descobres que só porque alguém não te ama da maneira que queres que te ame, não significa que essa pessoa não te ame com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém... algumas vezes tens de aprender a perdoar-te a ti mesmo! Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, serás em algum momento condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que o concertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar... que realmente és forte! E que podes ir muito mais longe depois de pensares que não podes mais... e que realmente a nossa vida tem valor e que tu tens valor diante da vida! As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar."

A vida não pára... nós também não podemos parar...

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára...
E quando o tempo acelera e pede pressa
Eu recuso faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara...
E quando todo o mundo espera procura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu fingo ter paciência...
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo que me falta para perceber
Será que temos esse tempo para perder
E quem quer saber, a vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, eu sei
A vida não pára...
A vida não pára não!
Será que é tempo que me falta para perceber
Será que temos esse tempo p'ra perder
E quem quer saber, a vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, eu sei
A vida não pára
A vida não pára não!

São Valentim, a verdade!!

Durante o governo do imperador Claudius II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Claudius acreditava que os jovens se não tivessem família, se alistariam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentine e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Asterius, filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentine. Os dois acabaram-se apaixonando e milagrosamente recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma cart.a de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentine”, expressão ainda hoje utilizada. Valentine foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.C.

Limbo



É um limbo...

Klimt - Death and life

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

"Moral e bons costumes"

"Ideias extraídas do livro "PROIBIDO", da autoria de António Costa Santos

Em Portugal, na primeira metade do século passado era proibido:

- uma mulher casada viajar para o estrangeiro
- usar bikini
- dar beijos em público
- andar de bicicleta sem licença
- realizar certos filmes
- uma mulher andar na rua sozinha à noite
- editar e vender certos livros
- beber coca-cola...

Ficou célebre a portaria nº 69035 que estabelecia no seu art.º 48º que os que fossem encontrados com:

1º - Mão na mão - pagavam 2$50
2º - Mão naquilo - pagavam 15$00
3º - Aquilo na mão - pagavam 30$00
4º - Aquilo naquilo - pagavam 50$00
5º - Aquilo atrás daquilo - pagavam 100$00
6º Parágrafo único - Com a língua naquilo 150$00 de multa, preso e fotografado

Trata-se de uma obra imperdível, sobretudo para os mais novos a quem possa parecer impossível que alguma vez a vida tenha sido assim em Portugal. Mas foi!"

Impressionante tanta censura e preconceito... E presumo que isto seja só uma amostra... Não que agora não existam outros tipos de censura e preconceito... Mas realmente... tens de me emprestar esse livro...


Show me... My Fair Lady... Audrey Hepburn

Words! Words! I'm so sick of words!

I get words all day through;

First from him, now from you! Is that all you blighters can do?

Don't talk of stars Burning above; If you're in love,

Show me! Tell me no dreams

Filled with desire. If you're on fire,

Show me! Here we are together in the middle of the night!

Don't talk of spring! Just hold me tight!

Anyone who's ever been in love'll tell you t

This is no time for a chat! Haven't your lips

Longed for my touch? Don't say how much,

Show me! Show me! Don't talk of love lasting through time.

Make me no undying vow. Show me now!

Sing me no song! Read me no rhyme!

Don't waste my time, Show me!

Don't talk of June, Don't talk of fall!

Don't talk at all! Show me!

Never do I ever want to hear another word.

There isn't one I haven't heard. Here we are together in what ought to be a dream;

Day one more word and I'll scream!

Haven't your arms Hungered for mine?

Please don't "expl'ine," Show me! Show me!

Don't wait until wrinkles and lines

Pop out all over my brow,

Show me now!




quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Responsabilidade

"Assumir responsabilidade é dar uma resposta a uma determinada questão.
Por exemplo, a responsabilidade por um relacionamento é primeiro amar a si próprio, é dar e receber, é estar atento, é nutrir sempre a relação com o melhor, comprometendo-se com as escolhas e a aprendizagem que o outro pode te dar.
Porém, vivemos a era do compromisso com o não se comprometer.
Existe um medo generalizado de assumir a responsabilidade pelos factos.
Desde erros mínimos até erros gigantescos - que movem países do mundo inteiro - estamos assistindo ao não-compromisso com as próprias palavras e acções."

Rejane Guimarães

Às vezes....

Às vezes somos imaturos... Às vezes somos insensíveis... estúpidos até... e magoamos quem mais gostamos... porque fazemos isso? À espera que nos perdoem? Para perceber se as pessoas gostam realmente de nós? Para nos conhecermos? Para os conhecermos? Arriscamos tanto ao agir contra o que nós próprios sentimos... mas o que nos leva a agir assim é que eu gostava de saber... é tudo humano e faz parte do crescimento? e se não crescermos? enfim... tanta pergunta... vou à procura mas é das respostas...
Quem sabe começando por largar o meu umbigo e levantar os olhos do chão e olhar para quem está à minha volta... assumir o meus defeitos e olhá-los de frente...
egoísta, egocêntrica, pouco frontal, medo de confrontar, medo de magoar, medo de que me magoem (mas magoou os outros)...
dói mas quero acreditar que ajuda a evoluir...

enfim...

hoje fui ver o mar... hoje fiz uma sopa de coentros e espinafres para alguém especial... amanhã recomeço a trabalhar... amanhã almoço com outra pessoa especial... dou a minha aula preferida... com umas crianças lindas... devo ter algo de bom para dar....

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

ora ora... é só querer...

"Podemos dar um barco a alguém, podemos colocar esse barco na água e ensinar esse alguém a remar. Mas para que a pessoa reme, é preciso que ela queira remar."


Provérbio chinês

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Ano Novo... Vida Nova




Diz que se chama Birdcatchers, mas a mim parece que estão a libertar o pássaro... Amo a arte por isto, porque a podemos sentir como quisermos...

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

I´m alive




I get wings to fly
Oh, oh ... Im alive ...
Yeah

When you call on me
When I hear you
Breathe
I get wings to fly
I feel that Im alive

When you look at me
I can touch the sky
I know that Im alive

When you bless
The day
I just drift away
All my worries die
Im glad that im
Alive

Youve set my heart
On fire
Filled me with love
Made me a woman on
Clouds above

I couldnt get
Much higher
My spirit takes flight
Cause I am alive
Ohhhhh

When you call on me
When you call on me
When I hear you breathe
When I hear you breathe
I get wings to fly
(fly)
I feel that Im alive
(Im alive)

When you reach
For me
Raising spirits high
God knows that

That Ill be the one
Standing by

Through good and
Through
Trying times

And its only begun
I cant wait for the
Rest of my life

When you call on me
When you call on me
When you reach for me
When you reach for me
I get wings to fly
I feel thatIm alive
Yeah

When you bless
The day
I just drift away
All my worries die
I know that Im alive

I get
Wings to fly
God knows that Im alive

domingo, 30 de dezembro de 2007

Papalagui

"A vida do Papalagui faz lembrar um homem que vá de canoa a Savau e que, mal se afaste da margem, pense: "Quanto tempo levarei daqui a Savau?" E assim, põe-se a pensar, sem ver a risonha paisagem que vai atravessando. Depara-se-lhe então na margem esquerda, o flanco de uma montanha, da qual já não desvia mais os olhos.
"Que haverá ali, detrás das montanhas? - pensa ele - "Alguma estreita ou profunda baía?" Tanto pensa que se esquece de fazer coro com os jovens remadores; nem sequer ouve os alegres gracejos das raparigas. Ainda mal passou a baía e a montanha, e já um novo pensamento o atormenta: "Daqui até à noite não irá haver tempestade?" Ei-lo em busca de nuvens negras no céu límpido. Pensa e torna a pensar nesse tempestade que pode vir e desabar. Não desaba tempestade nenhuma, e assim, chega pela noite, a Savau, sem o minimo contratempo. Foi como se não tivesse feito qualquer viagem, pois os seus pensamentos andaram sempre longe do seu corpo e da canoa. Mais valia ter ficado na cabana, em Upolu."


in "O Papalagui, discursos de tuiavii, chefe de tribo de tiavéa nos mares do sul"





sábado, 29 de dezembro de 2007

Objectivos para 2008 e seguintes...


"É bom ter sonhos utópicos para poder atingir a realidade que lhes fica mais próxima. A minha meta é o cume da montanha. Se a morte me apanhar no meio da subida o que importa é que eu estava no meu caminho"

in os Sinais do Medo




quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

...visitem se puderem...




http://www.byblos.pt/


Passei uma tarde extraordinária... ficava por lá... obrigada à minha companhia...

domingo, 23 de dezembro de 2007

Annie Hall





"Um rapaz que vai ao psiquiatra e diz:
- Dr, o meu irmão é maluco, acha que é uma galinha.
Diz o Doutor: - Então porque não o interna?
-Eu fazia isso, mas preciso dos ovos"

"É mais ou menos o que eu penso sobre as relações entre as pessoas, são totalmente irracionais, loucas e absurdas... Mas vamos aguentando porque precisamos dos ovos"

Woddy Allen em Annie Hall

sábado, 22 de dezembro de 2007

Um mimo...



Um momento Narcisico...

Mudar ...

"Nós precisamos é de nos libertar do comportamento que origina os nossos maus relacionamentos. E depois encontrar uma forma melhor de pensar e agir. (...) O Novo queijo poderá significar um novo relacionamento com a mesma pessoa. (...) Identifico-me mais com a ideia de nos libertarmos de um velho comportamento do que abandonarmos uma relação. Repetir as mesmas atitudes conduz invariavelmente aos mesmos resultados.
Assim, em vez de pensar em mudar de emprego, deverei antes mudar a forma como desempenho as minhas funções.(...)"

in Quem mexeu no meu Queijo, Spencer Johnson


Relembrar... Para quando deixamos o agora fugir...

Julho 2007

Ele há coisas

... temos mesmo de perceber que o que recebemos é mesmo consequência daquilo que damos... e que às vezes estamos tão preocupados em receber de uma determinada parte que não percebemos que estamos a receber por outro lado... e achamos que damos e que gostavamos de receber dali... e não dali... mas enfim...
E quando um dia tudo é lindo, porque não era esperado que assim fosse e no dia seguinte queres que seja tudo igual, queres a repetição... e estás tão obcecado com o aconteceu no dia anterior que não percebes o que de bom te acontece hoje!!! AGORA!!! SÓ INTERESSA AGORA... remember?
hoje a presença fugiu-me...
fui para ontem...

Para os dias que nos perdemos...

"Toda a negatividade é provocada por uma acumulação de tempo psicológico e pela recusa do presente. Mal-estar, ansiedade, tensão, stress e preocupação - todas as formas de medo - são causados por um excesso de futuro e uma falta de presente. Culpa, arrependimento, ressentimento, injustiça, tristeza, amargura e todas as formas em que há ausência de indulgência são provocados por um excesso de passado e uma falta de presente.
A maioria das pessoas tem dificuldade em acreditar que seja possivel um estado de consciência totalmente livre de negatividade. E no entanto é esse o estado de libertação para o qual todos os ensinamentos espirituais apontam. É a promessa de salvação não num futuro ilusório, mas já aqui e agora."

in O Poder do Agora, Eckhart Tolle

Agir

"Se acha que a sua situação de vida é insatisfatória ou até mesmo intolerável, só através da rendição é que você conseguirá quebrar o padrão de resistência inconsciente que perpetua essa situação.
Render-se é perfeitamente compatível com tomar providências, com iniciar uma mudança ou alcançar metas. Mas no estado de rendição há uma energia totalmente diferente, uma qualidade diferente que se manifesta na acção."

Poder do Agora, Eckhart Tolle

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Don´t be afraid...




Don´t be afraid of change... be afraid of not changing!

(obrigada prima)

Klimt



Dedicado à minha prima... e a todas as mães que eu conheço e que não conheço. A maternidade é um momento mágico, é uma dádiva, e é sempre uma alegria... mas também é uma enorme responsabilidade e um desafio. Admiro quem tem esta coragem.

Picasso - homenagem às mulheres



Mulheres correndo na praia, ( A Corrida )


"Só um grande homem, um grande artista, com um enorme carácter, pode pintar as mulheres, na sua liberdade plena.
O mundo para ser mais justo em termos de igualdade, direitos de oportunidade iguais para todos, sem preconceitos, precisa de mais homens como Picasso"

Guache sobre prensado, pode ser visto no Musée Picasso, em Paris.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

A Arte

"Não pode permitir que o ódio se instale dentro do seu coração, pois esta energia impediria a circulação da energia amorosa dentro do corpo humano, com o grave perigo de, tal como a água estagnada, a alma empestar e apodrecer. Tentará tirá-lo, pois, seja como for. É muito simples fazê-lo quando o ódio se aninhou no nosso coração por engano ou descuido. Na maioria das vezes basta pormo-nos em contacto com obras artísticas produzidas pelos "arrumadores". Ao fazê-lo, a alma separa-se do corpo. Deixa-se elevar às alturas pela subtil energia das cores, dos sons, das formas ou das palavras. A energia do ódio é tão pesada, literalmente falando, que não percebe destas subtilezas e é-lhe impossível elevar-se juntamente com a alma. Fica dentro do corpo, mas como já não " se encontra", não encontra lugar onde se sinta bem, e decide ir em busca de uma lugar mais acolhedor. Quando a alma regressa ao seu corpo, já existe um sítio dentro do coração par o amor ocupar o seu lugar. Assim tão simples"

in A Lei do Amor, Laura Esquivel



Os artistas são os "arrumadores"

"Se dentro de cada obra artística houver uma ordem pré-determinada para as cores, os sons ou as palavras, quer dizer que essa obra cumpre um objectivo que está para além da simples satisfação do autor. Significa que desde antes de ser criada já tinha atribuido um lugar especifico. Onde? Na alma humana."

in A Lei do Amor, Laura Esquivel

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Nuvem que voa: Amizade... Amor... Partilha

Não quero desistir de ter o coração aberto...

http://diariodegoldmundo.blogspot.com/2007/11/reescrita.html