sábado, 30 de agosto de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Momentos...
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Mais ou menos tolerante?
quarta-feira, 30 de julho de 2008
"I just want to live while i'm alive"
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Rio Sella 13 Kms
13 km de rio, com rápidos.
Houve uma altura em que dizia, Peligro, e qualquer coisa como neste troço leve a canoa à mão...
Como não entendemos Espanhol... e vimos outras canoas passar sem o dito Peligro, resolvemos arriscar e enfrentar o tal do Peligro. Emoção... Um rápido mais forte... uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Amei chegar a Finisterra
"Visitar a Costa da Morte significa chegar ao fim de um velho caminho de peregrinação pelas terras mais ocidentais da Europa, seguido por milhares de pessoas ao largo de muitos anos, para se encontrar com o renascer da vida, com velhos cultos pagãos e os elementos da natureza, que aqui se manifesta com todo o seu esplendor: a água, o sol e as pedras; que cristianizada mais tarde, deram, origem a concorridos santuários como o da Virxe da Barca, o Cristo de Finisterra, ambos relacionados com a Rota Jacobea."
Imagem de um peregrino a lutar contra o vento, não cheguei a fotografar, mas impressionou-me... a imagem da luta para encontrar aquilo que acredita ser o "Renascer da Vida"
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Para quem gosta de aviões e de animais...
segunda-feira, 14 de julho de 2008
No comments... obrigada tia
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto. E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…
Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…
Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de…
Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é…
Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama…
Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é…
Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a…
Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…
Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é…
Saber viver!!!
Não devemos ter medo dos confrontos...
Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas."
(Charles Chaplin)
sábado, 12 de julho de 2008
De 9 de Abril de 2007 para hoje...
Muito paralelamente
Iam passando entre estrelas
Fazendo o que estava escrito:
Caminhando eternamente de infinito a infinito
Seguiam-se passo a passo
Exactas e sempre a par
Pois só num ponto do espaço
Que ninguém sabe onde é
Se podiam encontrar
Falar e tomar café.
Mas farta de andar sozinha
Uma delas certo dia
Voltou-se para a outra linha
Sorriu-lhe e disse-lhe assim:
"Deixa lá a geometria
E anda aqui para o pé de mim...!
Diz a outra: "Nem pensar!
Mas que falta de respeito!
Se quisermos lá chegar
Temos de ir devagarinho
Andando sempre a direito
Cada qual no seu caminho!
"Não se dando por achada
Fica na sua a primeira
E sorrindo amalandrada
Pela calada, sem um grito
Deita a mãozinha matreira
Puxa para si o infinito.
E com ele ali à frente
As duas a murmurar
Olharam-se docemente
E sem fazerem perguntas
Puseram-se a namorar
Seguiram as duas juntas.
Assim nestas poucas linhas
Fica uma estória banal
Com linhas e entrelinhas
E uma moral convergente:
O infinito afinal
Fica aqui ao pé da gente.
(José Fanha, in Eu Sou Português Aqui)
quinta-feira, 10 de julho de 2008
É ai que começa o erro...
segunda-feira, 7 de julho de 2008
vá lá... deixa o sol entrar em ti...
A pele morena, a calça florida, o sol deste dia, o sorriso no rosto... é só deixar contagiar-nos... é só deixar tudo isto entrar em nós... um dia muito bonito, de um amigo muito especial...
domingo, 6 de julho de 2008
Vou deixar de dar conselhos até...
Helena Sacadura Cabral in Um certo Sorriso...
Decidi ontem que vou deixar de dar conselhos, deixarei de os dar até ao dia em que os conseguir aplicar para mim mesma... Egoismo? quem sabe... O que faço muitas vezes é partilhar aquilo que tento fazer para mim, não o faço com a pretensão de achar que sei tudo e que os sei aplicar... muito pelo contrário, faço para me ouvir, para ao ouvir perceber se fazem sentido...
E lá está... eu à procura do sentido das coisas...
Alguém me disse, "Casquinho, não penses tanto, não andamos aqui para pensar, andamos para viver". Eu acrescento, há coisas que não fazem sentido, apenas tem de ser sentidas... boas e más...
Eu percebi uma coisa nestes dias, misturado com as minhas crises de ansiedade... sou capaz de fazer tudo sozinha, simplesmente não quero faze-lo... quero partilhar... mas tudo e como tudo tem o seu espaço, o seu tempo, o seu momento... nada de apressar... (como se eu por hora conseguisse faze-lo :( )... é só mais um conselho para eu me ouvir... se alguém o quiser tomar para si está por aqui disponivel, é para isso que serve o blog.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Quando será que eu aprendo isto de verdade?
Provérbio chinês
O meu carro tem...
um chapéu de sol,
uma toalha de praia,
um chapéu de chuva,
música,
canetas e lápis no porta luvas...
uma caixa com material das aulinhas...
o meu Alfredo (nova aquisição)
um saco cama...
uma manta,
um cabide,
água quase sempre...
e outras coisas que adquirirei...
dizia eu cheia de razão e motivações à saida da praia...
e surgiram as perguntas e sugestões...
e um frigorifico?
e um fogãozinho? um campingaz?
E que tal um grelhador para a febra? ou como se diz no Porto, a fevera.
(ah e tal que não ponho nada do que tu dizes, ah e tal!!! toma lá!!! ah ah ah)
terça-feira, 1 de julho de 2008
Cada dia percebo melhor...
Com os relacionamentos é igual, o que importa são os pequenos momentos que temos com as pessoas, e o quão verdadeiros eles são.
"uma vida inteira à nossa frente e eu a querer puxar tudo até ao fim apenas para garantir a tua presença. Ridiculo não é?"
in Morder-te o Coração Patricia Reis
Em Amesterdão pensei... agora que conheci uma pessoa que penso ser especial, vou-me embora? Porque... e ainda chorei e alguém amigo me disse:
"Por 2 dias não perdes uma pessoa"
Outra pessoa especial com quem errei por dentro a querer prender, sem saber me fez perceber que não se perdem as pessoas.
E nos últimos tempos tenho aprendido que quanto mais me ouvir, me respeitar, me sentir, melhor me dou aos outros, não se trata de egoismo porque o objectivo é ser uma pessoa melhor, e quando se fala de se ser melhor, é para melhor nos darmos aos outros. E saber diz que sim e que não, saber dizer gosto disto, não gosto daquilo... simplesmente ser, estar... e consequentemente dar... dar com qualidade...e receber com a mesma qualidade.
Vinha no carro... lembrei-me dos meus amores... reflecti sobre a minha forma de amar..
Meu amor
Não quero mais palavras rasgadas
Nem o tempo
Cheio de pedaços de nada
Não me dês
Sentidos para chegar ao fim
Meu amor
Só quero ser feliz
Meu amor
Não quero mais razões para apagar
O que nasce
E renasce e nos faz acordar
A loucura faz medo se for medo o teu chão
Mas é ar e é terra
Dentro do coração
É ar e é terra dentro do coração
Meu amor
Não quero mais silêncio escondido
Nem a dor
Do que cai em cada gesto ferido
Quero janelas abertas
E o sol a entrar
Quero o meu mundo inteiro
Dentro do teu olhar
Eu quero o meu mundo inteiro
Dentro do teu olhar
E hoje, vê
A estrada é feita para seguir
E hoje, sente
A vida feita de sentir
E hoje vira do avesso o mundo
E vê melhor
Deste lado é mais puro
É teu é tão maior
Deste lado é mais puro... É meu... É tão maior!
AR e TERRA no coração sou eu... balança com ascendente em touro.
sábado, 28 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Hoje
"Agarrou-me a mão, pensei que não gostava de mim..."
O privilégio que foi ver um sorriso de felicidade estampado no teu rosto, parecias uma criança.
E a beleza e serenidade que dá um sorriso de uma criança.
Não podemos perder a capacidade de nos surpreendermos, só assim a vida faz sentido.
Felizes dos que agem...
sexta-feira, 13 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
"Ciúmes da Saudade"
Se não matas a saudade
Quando morres de vontade
De pôr à saudade fim
É talvez porque preferes
Ter da saudade o que queres
E não me pedes a mim
É talvez porque preferes
Ter da saudade o que queres
E não me pedes a mim
A Saudade em que me deixas
É penhor das tuas queixas
Por não dizeres a verdade
Bastava que me pedisses
De cada vez que me visses
O que pedes à saudade
Bastava que me pedisses
De cada vez que me visses
O que pedes à saudade
O que dás, se me não vês
Não consigo que me dês
Por timidez ou vaidade
E a saudade que vais tendo
Com ela vives, morrendo
P'ra matares de saudade
E a saudade que vais tendo
Com ela vives, morrendo
P'ra matares de saudade
Talvez seja o que tu queres
E é por isso que preferes
A saudade em vez de mim
Morrendo os dois de saudade
Temos toda a eternidade
P'ra pôr à saudade fim
Morrendo os dois de saudade
Temos toda a eternidade
P'ra pôr à saudade fim
Manuela de Freitas/José António Sabrosa
(fado Tia Dolores)
Cantado pelo Camané
Se há vida em ti a latejar
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens...que ser assim?...
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens... que ser assim?...
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Partes...
Partilhando arte... os que mais gostei... por ordem...

O amor... triste? Não... o "abandono" ao amor...
abandono=entrega.
paixão...

O descanso merecido e partilhado no fim de um momento mágico de amor, partilha de energia, fusão, de explosão de emoções...alguma semelhança com alguma realidade conhecida será pura coincidência?

Escrevendo... Ele escreve para o pai... eu escrevo para ti...

Lembrou-me o meu avô... que sorriso me arrancou...
quinta-feira, 5 de junho de 2008
O Stôr Farrusco "im"paciente
Ó Meu Deus.... Não chegas lá amigo? Anda lá... só falta um gás...
Escolhos da vida.
"a dor tem de existir, mas o sofrimento não
o sofrimento é uma escolha, a dor não
"Para quê ficar triste se o meu pai não volta?"
Obrigada amiga :)
"não podemos deixar que o sofrimento tome conta de nós"
hoje... depois de ontem... antes de amanhã... um dia como os outros....
Em conversa...
"Já não rio contigo ao tempo" ouvi ontem, serei eu que não estou a rir? eu tento, eu esforço-me, mas sozinha não consigo.
Noutra conversa ao jantar digo:
"Estou a perder alguns medos".
Ao que me respondem na brincadeira:
- "Isso é muito perigoso, tu vê lá"
E outro amigo com o seu ar maroto diz:
- "Se não tens medo como é sofres? que piada tem a vida sem sofrer?"
Durante a noite ouço:
Eleonora - "Vamos por esse caminho de pedras que fazem os pés sangrar, porque esse caminho nos leva ao céu"
(...)
Benjamim - "Eleonora porque te fazes sofrer?"
Eleonora - "Sofrer? eu? Ó Benjamim. Pensa em todas as flores que já abriram, nas campainhas, nas anémonas, nas flores que ficam na neve todo o dia. O frio que não devem ter no escuro! O que elas devem sofrer! A noite é com certeza o momento que mais custa, porque está escuro, e tÊm medo e não podem fugir, e ficam à espera, sem se mexer, que chegue a lua. Tudo sofre, tudo, mas as flores sofrem mais. E as andorinhas acabaram de chegar! Onde dormem esta noite?"
(...)
Benjamim - "Achas que vamos sair de tudo isto Eleonora?"
Eleonora - "Vamos, a maior parte há-de passar quando a sexta feira santa acabar. Mas tudo não. Hoje as vergastas, amanhã os ovos da Pascoa. Hoje o gelo, amanhã o degelo. Hoje a morte, amanhã a Ressurreição."
Benjamim - "Sabes tanto!"
Eleonora - Sim, sinto já que o tempo vai mudar, amanhã vai ficar bom, está neve a derreter... já se sente o cheiro...(...) as nuvens subiram, sinto quando respiro..."
quarta-feira, 4 de junho de 2008
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Não me canso de ler isto... Chama-se "Depois de algum tempo"
Depois algum tempo, aprendes que o sol queima se ficares exposto muito tempo. E aprendes que não importa o quanto te importas, algumas pessoas simplesmente não se importam... e aceitas que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai magoar-te de vez em quando e tu tens de perdoá-la por isso!
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se levam anos para construir confiança e apenas segundos para a destruir, e que tu podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerás pelo resto da vida.
Aprendes que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longa distância. Aprendes que o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida! E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não tens que mudar de amigos se compreenderes que os amigos mudam, percebes que o teu amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida são tomadas de ti muito depressa, por isso devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que as vemos.
Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós próprios. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que tu mesmo podes ser. Descobres que levas muito tempo a tornares-te na pessoa que queres ser e que o tempo é curto. Aprendes que não importa onde já chegaste, mas onde vais, mas se não sabes para onde vais, qualquer lugar serve.
Aprendes que ou controlas os teus actos ou eles controlar-te-ão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprendes que heróis são aqueles que sempre fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer muita prática. Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te calque quando cais é umas das poucas que te ajudam a levantar.
Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e com o que aprendeste com elas, do que com quantos aniversários celebraste. Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que supunhas. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são tolices, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar, mas isso não te dá o direito de seres cruel! Descobres que só porque alguém não te ama da maneira que queres que te ame, não significa que essa pessoa não te ame com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém... algumas vezes tens de aprender a perdoar-te a ti mesmo! Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, serás em algum momento condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que o concertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar... que realmente és forte! E que podes ir muito mais longe depois de pensares que não podes mais... e que realmente a nossa vida tem valor e que tu tens valor diante da vida! As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar."
Saber esperar...
Agradar é uma virtude?
Ajudar? Tentar ajudar, mesmo que não se consiga, são virtudes?
Ter medo de magoar também é?
Preciso de opiniões... porque realmente às vezes não sei.
Às vezes questiono-me... que me perdoe quem achar nestas interrogações um cariz de fundo egoísta... se calhar às vezes temos mesmo de ser egoístas, para nos encontrarmos e nos podermos dar por inteiro aos outros.
Sabendo nós o que é inteiro...
(pausa para uma conversa)
Que acabou assim... não quero mais estar triste... agora só quero rir!
Já entendi mais uma frase do Strindberg
"agora é hora de rir, como nos contos de fadas"
(mas por dentro só apetece chorar e dar estalos a quem estiver triste à minha volta), a tristeza pega-se a mim, porque a tento tirar dos outros, dos que amo, mas tenho de usar a outra estratégia... esta não resulta.
"quem é a pessoa mais importante num salvamento?
é o socorrista, porque se não toma cuidado passam a ser 2 vitimas"
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Sonho?
calmo/
e uma velhota/
que queria em paz entrar no rio/
mas ninguém a deixava ir/
porque tinham medo que ela se afogasse/
ela fez várias tentativas/
e sempre alguém a impedia/
de lá entrar/
o corpo dela estava já muito velhinho/
e ela queria ir/
de repente todos se distraíram/
e ela foi/
devagar/
sem ninguém notar/
a sorrir/
a descer cada vez mais/
a deixar de se ver/
e quando entrou no rio/
completamente/
transformou-se num morcego/
e voou/
o morcego era lindo/
passou por mim/
ia a sorrir/
ela só queria ir/
e não a deixavam/
ela tinha dores com aquele corpo/
e as pessoas egoístas não a deixavam ir/
porque gostavam dela/
porque precisavam dela/
dependiam de a ajudar/
dependiam da fragilidade dela/
para se sentirem fortes/
e ela só queria ir/
só queria não ter mais dores/
e foi... /voou/ e feliz.../ em paz
acordei a chorar ... e ouvi:
"Amor foi só um sonho"
Será?
quarta-feira, 28 de maio de 2008
encontrei no moleskine I
terça-feira, 27 de maio de 2008
Vale a pena? Cada um é que sabe... mas estou por aqui...
A primeira opção é fazer, dizer, agir, mostrar que as coisas não têm de ser assim, que a vida não tem de ser assim, triste. Que o tempo que passas triste é tempo que não vives... enfim, todas as teorias que tu dirias se visses alguém triste, toda a energia que darias a alguém que gostas, se o/a visses triste.
Tentas. Voltas a tentar. Dás. Dás-te. Entregas-te.
Mas há um momento em que pensas... Não posso. Não dá. A tristeza é tão forte que não vai lá assim. A tristeza só sobrevive se a alimentar-mos. E às vezes essa tristeza pega-se a quem quer ajudar. A tristeza só se cura quando se vir sozinha, quando o hospedeiro da tristeza perceber que ela não lhe serve de nada. Que o bloqueia, que o deixa sem acção, que o deixa sem saber agir, que o deixa prostrado.
E o tempo passa... E as pessoas passam... E a vida passa... e depois olhas para trás e pensas:
O que é que eu fiz? Onde é que errei? Onde é que falhei? Pois é... a verdade é que não sabemos, porque não somos nós que mandamos nesses momentos. É ela...
A tristeza... que nos absorve a energia. Que nos suga... E nós deixamos, parece que ela passa a ser a nossa razão de viver... Mas não é. Garanto-te que não é. Um dia que eu esteja triste, espero ter-te por perto para me leres o que acabo de escrever.
um beijo na testa.
2 histórias...
Eu disse, vamos na mesma por ai.
Ele disse não, não dá para passar e o trilho não é este.
Eu ripostei, vamos tentar, e ele deixou-me ir...
Fui... arranhei-me... não consegui passar...
Voltei...
E quando voltei ele sorriu, não gozou, sorriu, e perguntou: - agora podemos ir por ali?
Eu respondi que sim.
Voltamos atrás, reencontramos o trilho... e seguimos debaixo de uma lua maravilhosa... e cheios de amor, desfrutamos aquele momento.
Num centro comercial, na zona das comidas, estava uma placa ao longe que dizia algo como:
"2008, estamos em remodelações para...."
Esforçei os olhos. Não consegui ler o resto. Voltei a tentar. Desisti, comi o meu almoço. Olhei para o lado e o que vejo mesmo junto a mim?
Uma placa igual àquela que eu tentei ler e não consegui.
Estava ali a minha placa, estava ali o que eu queria. Estava ali o que eu precisava. E eu à procura lá longe.
Há...
Gato amigo
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Caminho...
" Adorei rever-te (...) Vais no teu caminho como eu vou no meu e não conseguimos ver o final, ninguém consegue..."
Adoro-te até ao infinito e mais além (Toy Story)"
domingo, 25 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
Quantos poetas tiveram oportunidade de dizer directamente às suas musas o que elas significam para eles?
Vai e volta...
Sabes que tens um ninho...
A gotinha também tem o seu ciclo...
Volta sempre à sua nuvem...
quarta-feira, 21 de maio de 2008
"Paque tanto preocupacao"
Si mi nada um ca tem
Mi nada um ca tem
Paque tenta maguam
A mi e pobre
E comfortado
Ca mal tadjado
Ca malcriado
Cham comforta
Cu nha probresa
Pamo mi nada
Um ca tem
Mi nada um ca tem
Paque tenta maguam
Paque tenta odiam
Paque tanto odio
Si mi nada
Um ca tem
Mi nada um ca tem
Paque trata odiam
Mi jam ca cre
Vive nes mundo
Tudo gente cre
So magua alguem
Um cre
Vive na paz di Deus
E tudo qu'um cre
Vive na paz di Deus
Espelhas-me... e fazes-me pensar e agir
Porque é que imaginamos tanto como teria sido se... o que teria acontecido se tivéssemos agido de outra forma? Não agimos pronto. Não fizemos pronto. De que nos serve lamentar? Serve para continuar a passar ao lado do que nos está a acontecer, de tudo o que se passa à nossa volta, fechados num acontecimento passado.
A vida dá tantas voltas... em conversa com um amigo especial ontem, ao dar-lhes os parabéns atrasados, ele disse-me:
-"Pois é, já dei 33 voltas ao Sol".
E tanto que se viveu nessas 33 voltas, tanto se passou, tanto nasceu, tanto cresceu, tanto morreu e tanto que ainda está por vir, que se não estivermos atentos, disponíveis e presentes não vamos ver... não vamos sentir. E vamos novamente lamentar-nos por não agido como deveríamos.
Aluno diz- Professora enganei-me :( :( sou mesmo burro, não consigo fazer isto, não percebo nada desta matéria.
Professora - Sabes porque é que inventaram as borrachas?
Aluno - Não
Professora - Para podermos apagar e fazer de novo.
Na vida não há borrachas, mas há uma almofada onde se encosta a cabeça e há a possibilidade de começar tudo de novo ao acordar no dia seguinte.
terça-feira, 20 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
ó subalimentados do sonho! a poesia é para comer
- Não,ainda tenho uma coisa para acabar, o monstro da areia perdido ainda não foi ter com os pais, ainda não os encontrou, preciso de o ajudar...
- Deixa, amanhã ajudas o teu amigo!
- Mas não, ele não pode ficar lá fora ao frio? Posso trazê-lo para dentro de casa?
- Não, nem pensar, vais sujar tudo cá dentro.
- Mas ele tem fome e frio, eu prometo que ele não suja, ele porta-se bem, dorme na casa de banho.
- Nem pensar! Amanhã acabas a brincadeira!
- Não é brincadeira, amanhã pode ser tarde, não tens pena? Olha se fosse eu que não vos encontrasse? e os pais do Areias me deixassem na rua? ficavas contente? ficavas?
Enfim... Era eu...
E o meu pai dizia, - "lá está a defensora dos fracos e dos oprimidos"...E sorria...
E o meu avô, dizia - "que imaginação",
E a minha avó ria-se.
enfim...
Mas papel de mãe... às vezes é ingrato, trazer-nos à terra, à realidade...
Sabes a aflição que temos quando um sonho está a correr lindamente e toca o despertador?
Ou a angústia de um pesadelo acordado no momento em que ias resolver a questão? É o que estou a sentir agora... misturado com uma sensação de paz, de serenidade, de cumplicidade, de energia... mas o choro está lá... de panela cheia pronta a derramar...
Mas é assim, quando deixamos de ser pequenos, o papel de mãe temos de nós próprios vigiar, controlar o sonho, permeá-lo à realidade, ou vice versa... Gosto de viver no sonho, às vezes penso se não devia... mas é tão bom entregarmo-nos ao Amor... que outro sentido tem a vida?
quinta-feira, 15 de maio de 2008
O que eu procuro?
If I was a book I know you'd read me every night
If you're a cowboy I would trail you,
If you're a piece of wood I'd nail you to the floor.
If you're a sailboat I would sail you to the shore.
If you're a river I would swim you,
If you're a house I would live in you all my days.
If you're a preacher I'd begin to change my ways.
Sometimes I believe in fate,
But the chances we create,
Always seem to ring more true.
You took a chance on loving me,
I took a chance on loving you.
If I was in jail I know you'd spring me
If I was a telephone you'd ring me all day long
If was in pain I know you'd sing me soothing songs.
Sometimes I believe in fate,
But the chances we create,
Always seem to ring more true.
You took a chance on loving me,
I took a chance on loving you.
If I was hungry you would feed me
If I was in darkness you would lead me to the light
If I was a book I know you'd read me every night
If you're a cowboy I would trail you,
If you're a piece of wood I'd nail you to the floor.
If you're a sailboat I would sail you to the shore.
If you're a sailboat I would sail you to the shore
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Vanessa da Mata - Bem da Vida
Abolindo quase toda a maldade
Como se o amor trouxesse o gozo da infância
Bem que volta à inocência
Bem de ter carinho e delicadeza
Viva o que nos torna o bem maior da natureza!
Eu era sem primavera
Dessas que o ano não principia
Poesia não me dizia
Ternura em mim não havia
Faltava encanto na melodia
Não parava uma saudade
Velha de pouca idade
Ia vivendo a necessidade
Sonho de uma vida realizada... o meu Santo Graal...
Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para enfrentarmos juntos o terror da morte
Para ver a verdade para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhei
Por ti deixei meu reino meu segredo
Minha rápida noite meu silêncio
Minha pérola redonda e seu oriente
Meu espelho minha vida minha imagem
E abandonei os jardins do paraíso
Cá fora à luz sem véu do dia duro
Sem os espelhos vi que estava nua
E ao descampado se chamava tempo
Por isso com teus gestos me vestiste
E aprendi a viver em pleno vento
O teu rosto
Através do terror e da distância
Para a reconstrução de um mundo puro.
terça-feira, 13 de maio de 2008
Os outros em nós...
mesmo quando elas não estão, temos de encontrar dentro de nós o pedaço delas que nos torna
felizes."
Saudades do meu avô... saudades não é estar longe é já ter estado perto... saudades tuas também... saudades de quem me preenche o coração... às vezes tambem tenho saudades minhas...
Desenhas os risos de um novo medo... Como será o amanhã?
Tocas no rosto enquanto o ar não sai
Inspiro sem medo do acto que vem
Envolvo os pés com as mãos
Do toque nasce a nossa ilusão
Desenhas os risos de um novo medo
Que o peito demonstra sem qualquer sossego
Faz tempo que a culpa se foi
Ficámos de pensar só depois
Do erro.
Já pouco nos resta fechar os olhos
Escondemos actos sem qualquer receio ou angústia
Que nos prende a vontade de sentir
O corpo com prazer
Rasgas-me a roupa sem qualquer pudor
Enquanto buscas o ar pela boca
Passeias teu cheiro no meu corpo
Por entre os braços misturo tudo
Após o prazer ficaremos mudos
Sem saber
Se é por uma noite
Grito o teu nome sem saber
Como será o amanhã?
Foi um sonho real
Por uma noite
Letra: Klepth
Já sei do que tenho saudades...
"tinha o costume de se adiantar quando havia desgraça cá em casa, tal qual como se quisesse que os tempos maus passassem depressa. Para nosso bem, claro! E quando estávamos felizes punha-se a atrasar-se para nos deixar gozar a felicidade mais tempo... Era um relógio bom! Mas também tínhamos um que era mau... Agora está na cozinha. É bem feito(...)".
Depois destes momentos coloridos, perfumados, intensos a retoma da realidade pode ser muito dura, é muito dura, é muito assustador o constatar que não se sabe se se vai ter oportunidade na vida de voltar a ver aquelas cores, aquele cheiro, aquelas texturas... É aqui que temos de ligar o botão 23/32 ou seja, virar a história ao contrário e pensar, que privilégio, que privilegiada sou por ter tido direito a sentir o que senti... Ninguém nunca pode roubar-me aquela memória, aquela sensação, aquele momento que dinheiro nenhum paga, que palavras nenhumas estragam, que pessoas nenhumas envenenam...
Chorar, gritar por dentro e perguntar porque? porque? dói que só quem passa pode saber, mas é uma dor que roça no prazer máximo da vida, no facto de estar viva.
Mas tu perguntas, porque me dão um doce se logo a seguir mo tiram? Não é justo, não comi até ao fim, quero mais, fiquei viciada... o que tenho de fazer para provar mais?
Isto se pensarmos que alguém ou algo comanda a tua vida... se algo mais forte do que tu brinca contigo.
Imagino "Deus" como uma criança que brinca com os legos, com os playmobil"es" com os pin e pons...
enfim... pois que sim, que tenho saudades de ver "aquela" cor... mas pronto... mostra que é bom vermos de vez em quando o black and white e por vezes em sépia, para darmos valor às cores pastel do mais belo por do sol...
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Questiono-me...
Porque é que não sabemos disfrutar aquilo que temos?
Porque é que só queremos aquilo que não temos?
Somos uns eternos insatisfeitos?
Onde queremos chegar?
Que fazemos aqui?
"Foi sem mais nem menos
Que um dia selei a 125 Azul
Foi sem mais nem menos
Que me deu para arrancar
Sem destino nenhum.
Foi sem graça nem pensando
Na desgraça que entrei pelo calor
Sem pendura que a vida já me foi dura
Para insistir na companhia.
O tempo não me diz nada
Nem o homem da portagem
À entrada da auto-estrada
A ponte ficou deserta nem sei mesmo
Se Lisboa não partiu para parte incerta.
Viva o espaço que me fica pela frente
E não me deixa recuar
Sem paredes sem ter portas nem janelas
Nem muros para derrubar.
Talvez, um dia me encontre.
Sim, talvez me encontre.
Curiosamente, dou por mim pensando
Onde isto tudo me vai levar
De uma forma ou de outra há-de haver
Uma hora para a vontade de parar
Só que à frente o bailado do calor
Vai-me arrastando para o vazio
E com o ar na cara vou sentindo
Desafios que nunca ninguém sentiu.
Entre as dúvidas do que sou
E onde quero chegar
Um ponto preto quebra-me
A solidão no olhar.
Será que existe em mim
Um passaporte para sonhar
E a fúria de viver
É a mesma fúria de acabar.
Foi sem mais nem menos
Que selei a 125 Azul
Foi sem mais nem menos
Que partiu sem destino nenhum
Foi com esperança
Sem ligar muita importância
Aquilo que a vida quer
Foi com força acabar por se encontrar
Naquilo que ninguém quer.
Mas Deus leva os que quer
Só Deus tem os que ama.
sábado, 10 de maio de 2008
Gost' ti
Temos tanto medo do que possam pensar por dizermos "Gost' de ti", que muitas vezes não o fazemos, fica cá dentro, fica apertadinho.
Mas se pensassemos no quão bom é ouvir isso daquela pessoa, não hesitariamos em fazê-lo, e das mais variadas maneiras de forma a que nunca acabassem as palavras que descrevessem o que sentimos...
Então deve ser isso..
Deve ser isso que dá origem às obras primas de literatura... a angústia de não conseguir descrever com palavras o que sentimos... o medo de não sermos compreendidos... E quando as palavras não chegam surgem as todas as outras formas comunicação, visual, fisica, metafisica... Arte enfim...
enfim, ouçam este menino... que de certo sabe o que é doer por dentro...
sexta-feira, 9 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
Para ficar registado
"Se os outros meninos ganharam a corrida, não é porque são melhores, é porque treinaram mais"
Beijinho ao Mojojo... ao homem larva... ao capitão vil... ao Volverine... ao Hulk... ao Pedro e ao Alexandre e aos meus madraços preferidos...
Grandes dias estes... obrigada mais uma vez...
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Smile!
- O que andamos aqui a fazer?
- A viver Casquinho, a viver!!!






